sumário Chico dos Bonecos

Chuva de travalínguas

Estes travalínguas circulam por aí há muito tempo, de boca em boca, jornal em jornal, livro em livro, sáiti em sáiti... Quem são os autores destes travalínguas? Ninguém sabe. Com uma boa pesquisa, entretanto – quem sabe, saberíamos? Este repertório de autoria desconhecida e de alta rotatividade é denominado de “domínio público” - ou milenar e planetário...

1) Lanço o laço no salão. O lenço, lanço. A lança, não.
2) Tatu tauató, tatuetê taí. Tem tanto tatu, não tem Tatuí.
3) Zeca joga, joga Zico, Juca joga, joga Joca.
4) Aranha, Ararinha, Ariranha, Aranhinha.
5) Itororó, Itararé, Jaraguá, Guarujá, Jaguaré.
6) Cachimbo, chuveiro, carimbo, chaveiro.
7) Debaixo da pia tem um prato, um pinto e um gato. Pinga a pia, apara o prato, pia o pinto e mia o gato.
8) Quando digo “digo”, digo “digo”, não digo “Diogo”. Quando digo “Diogo”, digo “Diogo”, não digo “digo”.
9) “O Tatá tá?” “Não, o Tatá não tá, mas o tio do Tatá tá. E quando o Tatá não tá e o tio do Tatá tá é o mesmo que o Tatá tá. Tá?” “Então, tá.”
10) Era de Araraquara a arara rara de Ararigüera.