{"id":1908,"date":"2010-10-24T15:23:35","date_gmt":"2010-10-24T15:23:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/?p=1908"},"modified":"2020-11-27T22:12:58","modified_gmt":"2020-11-28T01:12:58","slug":"mario-de-andrade-henriqueta-lisboa-paginas-de-literatura-confissoes-poesia-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/mario-de-andrade-henriqueta-lisboa-paginas-de-literatura-confissoes-poesia-vida\/","title":{"rendered":"M\u00e1rio de Andrade &#038; Henriqueta Lisboa: p\u00e1ginas de literatura, confiss\u00f5es, poesia &#038; vida"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/224p.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-1909\" title=\"224p\" src=\"http:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/224p.jpg\" alt=\"\" width=\"70\" height=\"97\" \/><\/a>Quem se deliciou com o livro Querida Henriqueta, reuni\u00e3o de cartas que M\u00e1rio de Andrade escreveu para Henriqueta Lisboa entre 1939 e 1945, ano da morte do autor, pode agora conhecer a voz da sua interlocutora. Duas d\u00e9cadas depois do lan\u00e7amento da editora Jos\u00e9 Olympio, uma parceria da Peir\u00f3polis com a Edusp e o IEB possibilitou a edi\u00e7\u00e3o da correspond\u00eancia completa entre os dois importantes expoentes das letras brasileiras.<\/p>\n<p><strong>Sobre a amizade liter\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>Esse intenso, prof\u00edcuo e afetuoso di\u00e1logo foi alinhavado pela ensa\u00edsta Eneida Maria de Souza, professora em\u00e9rita da Faculdade de Letras da UFMG, pesquisadora do Acervo de Escritores Mineiros, que guarda o acervo de Henriqueta. Correspond\u00eancia &#8211; M\u00e1rio de Andrade &amp; Henriqueta Lisboa traz, em suas 400 p\u00e1ginas, n\u00e3o apenas cartas e fotografias, mas tamb\u00e9m material que contextualiza o encontro entre M\u00e1rio e Henriqueta.<\/p>\n<p>Abaixo publicamos trechos do texto &#8220;A Dona Ausente&#8221;, que introduz o leitor na leitura das correspond\u00eancias, al\u00e9m de link para o texto de orelhas do professor Wander Melo Miranda, coordenador do citado Acervo.<\/p>\n<p>[&#8230;]<\/p>\n<p>Poucas interlocutoras femininas teve M\u00e1rio de Andrade, por pertencer a um c\u00edrculo liter\u00e1rio dominado por escritores, no qual a participa\u00e7\u00e3o da mulher no espa\u00e7o p\u00fablico era bastante limitada. Entre as destinat\u00e1rias do morador da rua Lopes Chaves, Henriqueta Lisboa ocupou lugar de destaque, embora tenha usufru\u00eddo a companhia do escritor apenas em seus \u00faltimos anos de vida (1939-1945). Essa voz feminina soube cultivar a conversa epistolar de M\u00e1rio, acatando as sugest\u00f5es de ordem est\u00e9tica, apesar de destoar de seu programa est\u00e9tico-ideol\u00f3gico, pautado pela defesa de uma arte nacional.<\/p>\n<p>[&#8230;]<\/p>\n<p>M\u00e1rio conhece Henriqueta em 1939, quando a euforia modernista j\u00e1 havia se extinguido e o escritor vivenciado momentos de decep\u00e7\u00e3o no campo pessoal e pol\u00edtico. O texto se reveste de teor rememorativo, pautado por confiss\u00f5es de ordem familiar e profissional, e fornece testemunho precioso sobre uma das vertentes assumidas pelo escritor quanto \u00e0 po\u00e9tica modernista. O conte\u00fado das cartas demonstra ainda o desgosto com o presente, marcado pela guerra e pelas transforma\u00e7\u00f5es pol\u00edticas causadas pela ditadura de Vargas. O descompasso entre o escritor dos \u00e1ureos momentos da d\u00e9cada de 1920 &#8211; defensor da bandeira modernista &#8211; e o dos anos 1940 &#8211; leitor do passado n\u00e3o mais visto como glorioso, mas em suas falhas e acertos &#8211; confirma a import\u00e2ncia dessas cartas para melhor conhecer a trajet\u00f3ria liter\u00e1ria e existencial de M\u00e1rio de Andrade.<\/p>\n<p>[&#8230;]<\/p>\n<p>Com a abertura da correspond\u00eancia pertencente ao esp\u00f3lio de M\u00e1rio de Andrade &#8211; cinquenta anos ap\u00f3s sua morte, ocorrida em 1945 &#8211; o of\u00edcio obsessivo de escrever cartas tornava p\u00fablico o dever do intelectual de n\u00e3o s\u00f3 cultivar amizades que ia fazendo ao longo da vida, como orientar literariamente o trabalho dos jovens escritores. Henriqueta Lisboa, com o primeiro livro de poemas publicado em 1925 (Fogo F\u00e1tuo), ao conhecer pessoalmente o autor consagrado, j\u00e1 se notabilizava como escritora e defendia uma po\u00e9tica universalizante. N\u00e3o \u00e9 de estranhar que a conviv\u00eancia epistolar entre os poetas tenha contribu\u00eddo para o aprimoramento est\u00e9tico da autora, ao serem sugeridos reparos e corre\u00e7\u00f5es que resultaram em ganho liter\u00e1rio. Considerada por ele &#8220;fora das correntes gerais que interessam atualmente \u00e0 cr\u00edtica nacional&#8221;, por fugir das tend\u00eancias modernistas e realizar uma obra que se situava dentr dos par\u00e2metros religiosos e universais, Henriqueta p\u00f4de sentir que as sensatas opini\u00f5es de M\u00e1rio confirmavam o privil\u00e9gio de se ter um leitor especial de poesia.<\/p>\n<p>Dos 63 documentos arquivados no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de S\u00e3o Paulo, entre cartas, telegramas, postais e bilhetes, h\u00e1 um material de import\u00e2ncia biogr\u00e1fica e est\u00e9tica constitu\u00eddo pela correspond\u00eancia mantida por Henriqueta com M\u00e1rio de Andrade. No Acervo de Escritores Mineiros est\u00e3o arquivados 42 cartas, tr\u00eas bilhetes e dois telegramas endere\u00e7ados por M\u00e1rio \u00e0 poeta mineira, documentos que foram publicados em Querida Henriqueta (Jos\u00e9 Olympio, 1990). Se antes t\u00ednhamos acesso apenas \u00e0 voz do outro, ao mon\u00f3logo epistolar e ao sil\u00eancio dos destinat\u00e1rios, hoje \u00e9 poss\u00edvel resgatar na \u00edntegra esse di\u00e1logo, documento fascinante e revelador de antigas d\u00favidas e de instigantes vazios. As cartas se abrem e provocam o tardio encontro entre duas escritas seq\u00fcestradas pelo tempo, gra\u00e7as ao desejo expresso de M\u00e1rio em lacr\u00e1-las, evitando-se por algum per\u00edodo, sua exposi\u00e7\u00e3o p\u00fablica, por acredita que &#8220;ao sol\/carta \u00e9 farol&#8221;, como se expressa em carta. As outras vozes, silenciadas e guardadas a sete chaves, poderiam ter rompido o lacre e se integrado ao di\u00e1logo com o remetente, sem muito preju\u00edzo para a compreens\u00e3o da vida liter\u00e1ria do momento e sem o adiamento do encontro, motivo de decep\u00e7\u00e3o ou de j\u00fabilo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem se deliciou com o livro Querida Henriqueta, reuni\u00e3o de cartas que M\u00e1rio de Andrade escreveu para Henriqueta Lisboa entre 1939 e 1945, ano da morte do autor, pode agora conhecer a voz da sua interlocutora. 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