{"id":22025,"date":"2020-09-30T08:09:29","date_gmt":"2020-09-30T11:09:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/?p=22025"},"modified":"2020-09-30T08:09:29","modified_gmt":"2020-09-30T11:09:29","slug":"presenca-de-henriqueta-donaldo-schuller","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/presenca-de-henriqueta-donaldo-schuller\/","title":{"rendered":"Presen\u00e7a de Henriqueta: Donaldo Sch\u00fcller"},"content":{"rendered":"<h5>O poder silencioso<\/h5>\n<h6><em>Donaldo Sch\u00fcller<\/em><\/h6>\n<p>Primeiro foram as palavras concretas, as que tinham carne, sangue e sexo. Nasciam, casavam e geravam. O Caos gerou a Noite e gerou \u00c9rebo, a escurid\u00e3o mais negra que a Noite. Da Noite nasceu a Claridade do dia e nasceu o \u00c9ter, claridade mais clara que a Claridade do dia. As palavras vinham das musas, s\u00e1bias, divinas, sempre vivas, detentoras da linguagem toda. Com as palavras das musas penetrava-se nos abismos mais profundos da psique e do universo. Com as palavras das musas arrebatavam-se os seres do Caos, criavam-se poemas, abarcava-se o mundo. Onde o limite entre as palavras e as coisas, entre a sintaxe verbal e os elos que ligam os seres, entre o ritmo dos versos e o movimento das estrelas? A celebra\u00e7\u00e3o do canto mantinha aberto o caminho das sombras \u00e0 luz.<\/p>\n<p>Vieram os fil\u00f3sofos, e foi deles o esfor\u00e7o de dessexuar as palavras. Em vez de apontarem o Oceano ou a Terra como princ\u00edpio da infind\u00e1vel \u00e1rvore geneal\u00f3gica que irmanava tudo o que vinha \u00e0 luz, privilegiaram palavras neutras, palavras sem compromisso com a divis\u00e3o dos sexos. Neutro \u00e9 <em>to<\/em><em> hydor<\/em>, a \u00e1gua primordial do primeiro fil\u00f3sofo, Tales de Mileto; neutro \u00e9 <em>to apeiron<\/em>, o indeterminado, o elemento com que Anaximandro aprofunda o pensamento de seu antecessor; neutro \u00e9 <em>to on<\/em>, o ser que no sistema de Parm\u00eanides se aloja \u00fanico e indivis\u00edvel acima de todos os corpos percebidos pelos sentidos. E \u00e9 com um termo neutro, <em>to<\/em><em> eidos<\/em>, que Plat\u00e3o designa cada uma das ess\u00eancias imitadas pelos entes da nossa experi\u00eancia. O empenho dos fil\u00f3sofos investido na dessexualiza\u00e7\u00e3o das palavras pactuava com o esfor\u00e7o de arrebatar o universo ao dom\u00ednio dos deuses para torn\u00e1-lo acess\u00edvel \u00e0s luzes da observa\u00e7\u00e3o dos homens.<\/p>\n<p>Palavras neutras ou neutralizadas, palavras em que no g\u00eanero se esquece o sexo, degradaram-se a meros ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, renderam-se d\u00f3ceis aos condutores de homens, que as usam para transmitir ordens, para com a frieza austera fixar as leis que governam os esta de palavras de objetiva neutralidade sustentam f\u00f3rmulas abstratas nos tratados cient\u00edficos.<\/p>\n<p>Henriqueta Lisboa, voltando a trilhar o caminho que leva \u00e0s origens, ressexualiza as palavras. Na obra de Henriqueta, poema se faz carne e substantivos ganham cor, forma, febre e garbo para em p\u00e9talas comporem a rosa plena que desde o n\u00facleo congrega tudo o que se pode conceber. Das forjas de Henriqueta, as palavras saem vers\u00e1teis, candentes; corre sangue em suas veias de brasa. Potentes, elas abalam o fundamento de constru\u00e7\u00f5es s\u00f3lidas. Devolvidas \u00e0 natureza, elas pintam de verde as v\u00e1rzeas. A palavra <em>rosa<\/em> tem cor, na palavra <em>brisa<\/em> tocam-se cristais, sons de flauta animam a palavra <em>fama<\/em>, raiva ruge na palavra <em>guerra<\/em>, a palavra <em>morte<\/em> \u00e9 um ermo corredor sem luz.<\/p>\n<p>Atravessamos as p\u00e1ginas de Henriqueta como quem anda por caminhos ladeados de corpos compactos, c\u00e1lidos, vivos. E revemos o poder dos vates que povoaram com seres vigorosos as regi\u00f5es celestes, [a] superf\u00edcie da terra e os abismos em que n\u00e3o penetra a luz do sol.<\/p>\n<p>Equivocados andar\u00edamos se busc\u00e1ssemos eloqu\u00eancia nos versos de Henriqueta. O poder sabe tamb\u00e9m vigorar silencioso. A eloqu\u00eancia ilumina a superf\u00edcie, encanta com o esplendor, arrebata o aplauso das multid\u00f5es, empenha-se na ades\u00e3o dos outros, ambiciona a publicidade. A poesia de Henriqueta Lisboa, avessa a efeitos fulgurantes, a rituais de incenso e p\u00farpura, a aclama\u00e7\u00f5es festivas, a can\u00e7\u00f5es retumbantes, \u00e0 expans\u00e3o dos gestos largos, inclina-se ao sil\u00eancio das celas mon\u00e1sticas, ao aconchego das penumbras, \u00e0 delicadeza dos que se amam.<\/p>\n<p>A paz, assim inaugurada, t\u00e3o pr\u00f3xima do que \u00e9 eterno, abole tempo e espa\u00e7o, exila a esperan\u00e7a. O que esperar se o lugar do pleno \u00e9 aqui e agora? Espera-se o que n\u00e3o se tem, o que seduz na dist\u00e2ncia. A esperan\u00e7a proclama a pobreza de quem espera. O que os esperan\u00e7osos buscam longe se oferece espontaneamente aos que vivem em tranquila desesperan\u00e7a, os que encontram o caminho pleno no sorriso da crian\u00e7a, no germinar da flor, no arrulho das aves, no sussurro dos regatos.<\/p>\n<p>Com os olhos pousados no usufruir do instante pleno, Henriqueta evoca Narciso; n\u00e3o o Narciso inconsolavelmente abismado no espelho das \u00e1guas, o Narciso ferido com a perda irremedi\u00e1vel de si mesmo. O Narciso de Henriqueta \u00e9 mais antigo. Este contempla-se num espelho subtra\u00eddo ao que se move e ao que passa, espelho sem n\u00f3doas, sem altera\u00e7\u00f5es provocadas pela indecisa incid\u00eancia da sombra e da luz, sem o engodo de dedos a esconderem o \u00faltimo dado. O espelho puro em que se contempla o Narciso de Henriqueta n\u00e3o sofre a vertigem luciferina que precipitou em sofrimentos sem fim o anjo envaidecido de sua grandeza. O espelho em que se contempla o Narciso de Henriqueta n\u00e3o esconde l\u00e1grimas, \u00e9 o espelho essencial, nunca degradado \u00e0 precariedade dos seres que perecem. Sem espessura nem dimens\u00f5es, nele est\u00e1 gravada a imagem segura e n\u00edtida, numa aurora distante, anterior \u00e0 cria\u00e7\u00e3o, espelho em que, narcisos, todos nos contemplamos antes de termos nascido. O narcisismo distinguido em &#8220;O espelho\u201d fala da unidade primeira, anterior \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o sujeito\u2013objeto, anterior ao corte que nos separou do corpo da m\u00e3e, anterior ao doloroso espa\u00e7o que afasta um corpo de outro corpo, unidade resguardada dos triunfos e desastres de que se embebedam os que agora se apresentam a inseguras plateias.<\/p>\n<p>A meta n\u00e3o \u00e9, portanto, o di\u00e1logo que instaura entre um e outro falante infranque\u00e1veis cercas de palavras. Nos versos de Henriqueta busca-se o solil\u00f3quio que se retrai ao sil\u00eancio primeiro, em que som nenhum fere o que ainda n\u00e3o se distanciou de si mesmo, do que ainda \u00e9 um com a totalidade.<\/p>\n<p>O \u00eddolo, por se levantar em question\u00e1vel solidez antes da meta, \u00e9 objeto de vidro, \u00e9 ser prec\u00e1rio, ainda que robusto se mostre, e a \u00eddolos se reduzem todas as sedu\u00e7\u00f5es ao longo do caminho. Sil\u00eancio \u00e9 a palavra que liberta, sil\u00eancio \u00e9 o punhal que corta as amarras de m\u00e3os e p\u00e9s presos \u00e0 inclem\u00eancia da rocha no deserto. De sil\u00eancio se tecem as palavras do Amado nas confid\u00eancias do crep\u00fasculo, nos segredos da l\u00e1grima.<\/p>\n<p>Porque a verdade se abriga no sil\u00eancio, o poeta se defronta com um segredo que n\u00e3o sabe traduzir, embora todas as l\u00ednguas lhe sejam familiares. Como poderia descer \u00e0 mobilidade do ritmo o que \u00e9 uno e imut\u00e1vel? Mentira s\u00e3o, portanto, todas as realidades ainda que sejam cient\u00edficas. O poeta n\u00e3o \u00e9 suficientemente forte para suportar a grande revela\u00e7\u00e3o. Fala do que lhe \u00e9 estranho, do que, ao se revelar, teve a dura\u00e7\u00e3o de um rel\u00e2mpago. O poeta fala com l\u00e1bios ressequidos, com olhos que j\u00e1 n\u00e3o veem a luz do c\u00e9u. O Anjo, met\u00e1fora da totalidade indivisa, s\u00f3 se apreende na fuga, eternamente ausente de todas as apari\u00e7\u00f5es, o que torna acre a par\u00e1bola da vida. O Anjo ou o Amigo, sempre longe, e t\u00e3o perto como Cristo no caminho a Ema\u00fas.<\/p>\n<p>A verdade est\u00e1 no sil\u00eancio, no sono das crian\u00e7as mais do que no canto delas; e o sil\u00eancio \u00e9 o das origens, anterior a todas as divis\u00f5es, anterior a todas as feridas, a todos os sonhos, no fecundo sono original.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 mist\u00e9rio na morte, n\u00e3o h\u00e1 mist\u00e9rio no sil\u00eancio; o mist\u00e9rio est\u00e1 na vida, tanto nas afirma\u00e7\u00f5es como na abstin\u00eancia, na mal\u00edcia de poss\u00edveis revela\u00e7\u00f5es, no suborno das palavras silenciosas. As palavras s\u00e3o misteriosas por sua pr\u00f3pria natureza, ocultam o que desejam revelar; quando dizem, o n\u00e3o dito as excede; quando calam, deixam suspensa a eventualidade de algum sentido. \u00c9 t\u00e3o simples a morte! \u00c9 t\u00e3o ela mesma confrontada, no sil\u00eancio, com as palavras de m\u00faltiplos reflexos, sinais equ\u00edvocos de esquivas mensagens, estilha\u00e7os da unidade perdida. A morte restaura a verdade na unidade, silenciosa e plena, disposta al\u00e9m do que inapelavelmente se divide. E ela existe para os vivos com vagares, com propostas e enigmas de fera na jaula. A sabedoria brilha na jovialidade das c\u0101s, quando, ausentes os grandes discursos, o di\u00e1logo se estabelece com o passarinho na gaiola. O insignificante, o diminuto zombam do grandioso, armados da for\u00e7a que garantiu a vit\u00f3ria do pequeno Davi sobre o gigantesco Golias.<\/p>\n<p>O que resta? Restam as perguntas feitas \u00e0 terra no maior sigilo, de respira\u00e7\u00e3o contida, e, ouvidos os segredos, entre l\u00edrios, a recompensa do sono tranquilo. Resta o contato direto com as coisas, demitida a media\u00e7\u00e3o das palavras, as mensagens lidas em l\u00e1bios calados, a maturidade percebida na polpa dos dedos.<\/p>\n<p>Na falta de arroubos, de bruscas interrup\u00e7\u00f5es, os ritmos de Henriqueta convidam ao repouso, ao sil\u00eancio, ao sono em que todas as fronteiras se apagam, em que a unidade indivisa se restaura, o sono, pren\u00fancio da verdade guardada na morte.<\/p>\n<p>Do Ocidente \u00e9 a palavra da a\u00e7\u00e3o, das grandes empresas, dos grandes neg\u00f3cios, dos grandes cometimentos b\u00e9licos, das grandes navega\u00e7\u00f5es. O Ocidente desponta nos m\u00e1sculos versos de Homero. Ocidental \u00e9 o espa\u00e7o do ru\u00eddo, das manchetes, das aglomera\u00e7\u00f5es turbulentas, das revolu\u00e7\u00f5es e das passeatas, das surpreendentes inven\u00e7\u00f5es. O Ocidente desdobra-se \u00e9pico em toda a sua hist\u00f3ria. A poesia de Henriqueta Lisboa, corajosamente anti\u00e9pica, recusa a monumentalidade ocidental. Agradam-lhe mais as culturas silenciosas, milenarmente concentradas em si mesmas, sabiamente tranquilas, serenamente satisfeitas, civiliza\u00e7\u00f5es em que o sil\u00eancio vale mais que a palavra. A poesia de Henriqueta \u00e9 mansamente revolucion\u00e1ria, desafio \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o que se desenvolve \u00e0 luz do dia: as grandes catedrais, os elevados edif\u00edcios, os espet\u00e1culos vistosos. Henriqueta busca os ambientes fechados, a solid\u00e3o mon\u00e1stica, a sombra que veda a indiscri\u00e7\u00e3o do olhar. Aqui se abre o caminho \u00e0 origem indivisa, \u00e0 unidade n\u00e3o ferida pela l\u00e2mina da palavra, ao pulsar un\u00edssono com o universo, \u00e0 vida gerada no sil\u00eancio.<\/p>\n<p>N\u00e3o requer esfor\u00e7o ver nesse projeto semelhan\u00e7as com a prosa de Clarice Lispector, igualmente seduzida pela unidade anterior \u00e0s divis\u00f5es, anelante pela epifania do ser em meio \u00e0 dispers\u00e3o dos entes, ocupada na fabrica\u00e7\u00e3o de palavras vivas, refrat\u00e1rias \u00e0 frieza dos conceitos.<\/p>\n<p>Se estivermos interessados em perquirir a tipologia dos discursos, estaremos autorizados a declarar masculino o discurso \u00e9pico e feminino o discurso concentrado em si mesmo, voltado \u00e0 unidade sem fendas, ao sil\u00eancio, \u00e0 quieta gesta\u00e7\u00e3o. Poderemos declar\u00e1-los ambos narcisistas porque do narcisismo nada se evade. Observe-se, entretanto, a diferen\u00e7a. Secund\u00e1rio, para repetir a terminologia de Freud, \u00e9 o narcisismo masculino. E do homem a imagem refratada nos espelhos, a imagem que se busca no reconhecimento dos outros, no aplauso dos outros, e se realiza no dom\u00ednio, na amplia\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o, na solidez dos monumentos, na impon\u00eancia dos pal\u00e1cios, no poderio das armas, na eloqu\u00eancia dos discursos, na organiza\u00e7\u00e3o dos povos. Prim\u00e1rio \u00e9 o narcisismo feminino, preocupado em garantir a unidade e integridade da fonte da vida, atento ao vigor das origens, ao poder que germina em regi\u00f5es profundas, esquecido por aqueles que afanosa e inutilmente se consomem na constru\u00e7\u00e3o das fr\u00e1geis unidades de superf\u00edcie. No entrecruzamento do discurso masculino e feminino, em harmonias e desaven\u00e7as, vemos a articula\u00e7\u00e3o do discurso da humanidade.<\/p>\n<p>Atentos a Kierkegaard, compreendemos tamb\u00e9m como feminina a religiosa atitude de entrega, t\u00e3o persistente nos versos de Henriqueta. Em oposi\u00e7\u00e3o a ela, situa-se a religiosidade masculina, intelectualizada, sacr\u00edlega na ousadia de submeter at\u00e9 o sagrado ao rigor dos conceitos. No con\u00fabio da ousadia e da entrega teremos outra revela\u00e7\u00e3o do discurso da humanidade.<\/p>\n<p>O feminino encontra-se ainda na aten\u00e7\u00e3o ao ef\u00eamero, na eternidade que sorri no desabrochar da flor, da docevol\u00fapia do instante que passa. Masculina \u00e9 a frui\u00e7\u00e3o protelada, sonhadoramente projetada para um futuro infinitamente aberto, fonte da esperan\u00e7a, do progresso, da inquieta\u00e7\u00e3o, da dor. Entre a gl\u00f3ria do instante pleno e a frustra\u00e7\u00e3o do bem adiado, n\u00f3s todos discorremos.<\/p>\n<p>O recolhimento de Henriqueta \u00e9 tamb\u00e9m oferta a liga\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas, universais. A rosa \u00e9 bem o s\u00edmbolo do ser que, embora concentrado em si, se desdobra e se abre em camadas que constroem os horizontes sem limite do universo. Redefinir os termos do dicion\u00e1rio de Aur\u00e9lio \u00e9 devolver as palavras \u00e0 oficina, \u00e9 redimi-las da instrumentalidade a que se degradaram, para devolv\u00ea-las vivas, \u00fanicas, poetizadas. N\u00e3o foi esse desde sempre o apelo que insistentemente encaminhamos aos poetas? N\u00e3o foi deles que solicitamos a revitaliza\u00e7\u00e3o das palavras para n\u00e3o sermos aniquilados pela solid\u00e3o a que os signos reduzidos a condutos de necessidades e ordens nos confinam? N\u00e3o lhes pedimos concretitudes para a vit\u00f3ria sobre as dist\u00e2ncias que se abriram em torno de n\u00f3s e nos feriram o corpo? O dicion\u00e1rio reescrito por Henriqueta demite as aus\u00eancias que os l\u00e9xicos imp\u00f5em. Recriada, a palavra \u201calv\u00edssaras\u201d se converte numa manh\u00e3 de abril em carta e vida, esvoa\u00e7ar de cortina alv\u00edssima. A palavra, desmaterializada pelo conceito, recobra quenturas de sol, movimento e cor. Infundindo vida no corpo inerte, Henriqueta provoca o milagre da ressurrei\u00e7\u00e3o, n\u00e3o de uma s\u00f3, de ressurrei\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas, e voltamos a conviver com seres vivos num mundo torturado pela posse, pelo mando, pela gan\u00e2ncia. Revitalizadas, n\u00e3o precisamos fugir das palavras para confraternizar com os seres. O vocabul\u00e1rio que nos humanizou volta a nos humanizar renovado pela poesia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O poder silencioso Donaldo Sch\u00fcller Primeiro foram as palavras concretas, as que tinham carne, sangue e sexo. Nasciam, casavam e geravam. O Caos gerou a Noite e gerou \u00c9rebo, a escurid\u00e3o mais negra que a Noite. Da Noite nasceu a Claridade do dia e nasceu o \u00c9ter, claridade mais clara que a Claridade do dia. 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