{"id":33035,"date":"2023-11-20T11:09:11","date_gmt":"2023-11-20T14:09:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/?p=33035"},"modified":"2024-01-19T14:21:24","modified_gmt":"2024-01-19T17:21:24","slug":"um-olhar-curioso-pode-abrir-muitas-conversas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/um-olhar-curioso\/","title":{"rendered":"Uma mirada a mais pode abrir muitas conversas"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-32758 size-medium\" src=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-254x300.jpg\" alt=\"\" width=\"254\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-254x300.jpg 254w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-866x1024.jpg 866w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-127x150.jpg 127w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-768x908.jpg 768w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-1299x1536.jpg 1299w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-1733x2048.jpg 1733w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-203x240.jpg 203w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-600x709.jpg 600w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-150x177.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 254px) 100vw, 254px\" \/><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Se voc\u00ea chegou at\u00e9 aqui \u00e9 porque deve ter acabado de ler <a href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/produto\/a-senhora-da-casa-azul\/\"><strong><em>A senhora da casa azul<\/em><\/strong><\/a>, escrito pelo Everson Bertucci e ilustrado pelo Ju\u00e3o Vaz. Quanta coisa h\u00e1 para se falar desse livro! Trata-se de um livro ilustrado. O que ser\u00e1 que isso quer dizer? Nesse tipo de obra, o texto, as ilustra\u00e7\u00f5es e o projeto gr\u00e1fico contribuem, juntos, para a constru\u00e7\u00e3o da narrativa. Muita coisa \u00e9 dita pelo texto e outro tanto pelas ilustra\u00e7\u00f5es e pelo projeto gr\u00e1fico.<br \/>\n<\/span><\/p>\n<p>Para come\u00e7o de conversa, vamos falar das cores presentes no livro? O que chamou a sua aten\u00e7\u00e3o a esse respeito? Um livro sobre escolhas, prefer\u00eancias, cores e s\u00f3 com duas cores, apenas? O que ser\u00e1 que isso quer dizer? O final, aberto, n\u00e3o revela a cor preferida da bisa. E ser\u00e1 que precisa? A abertura inclui o leitor. Junto com a bisa, \u00e9 tamb\u00e9m a sua hora de escolher: qual seria a sua cor? Que cor atribuiria \u00e0 casa de Georgina?<\/p>\n<p>\u00c9 prov\u00e1vel tamb\u00e9m que voc\u00ea tenha chegado at\u00e9 aqui para saber qual \u00e9 a cor preferida do gatinho, personagem que acompanha a saga de Georgina e Nico. Ele deve ter sua cor preferida, n\u00e3o?&nbsp; Ali\u00e1s, uma curiosidade: voc\u00ea sabia que os gatos enxergam tonalidades diferentes das nossas? E que o tom que eles enxergam \u00e9 predominantemente azul? S\u00f3 que esse gatinho tem algo especial. Voc\u00ea conseguiu descobrir o que \u00e9?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>H\u00e1 muitas Georginas por a\u00ed&#8230;. <\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;A preponder\u00e2ncia do azul, acompanhado pelo branco, reflete a domina\u00e7\u00e3o do biso, \u201csenhor que tudo comanda: gente, constru\u00e7\u00e3o, bicho\u201d. As ilustra\u00e7\u00f5es do tabuleiro, do m\u00f3bile e da caixinha de m\u00fasica tamb\u00e9m refor\u00e7am o lugar desse homem que manda e decide tudo. Ali\u00e1s, voc\u00ea reparou como a sua m\u00e3o \u00e9 grande, quando surge prestes a manipular as pe\u00e7as ou dar corda na caixinha de m\u00fasica? Trata-se de um exemplar t\u00edpico de um mundo machista em que os homens davam as cartas.&nbsp; O verbo, conjugado no passado, n\u00e3o quer dizer que esse tempo acabou, mas serve para sublinhar a exist\u00eancia de uma grande e importante transforma\u00e7\u00e3o em curso, embora ainda tenhamos um tanto a mudar.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para al\u00e9m da cor, vale tamb\u00e9m refletir sobre o nome do livro \u2013 A senhora da casa azul. &nbsp;Quem vai se \u201cassenhorar\u201d deste processo de mudan\u00e7as e descobertas ser\u00e1 Georgina. N\u00e3o \u00e0 toa o t\u00edtulo se refere a ela, n\u00e3o \u00e9 mesmo? E aqui, um segredo, que faz parte do processo de edi\u00e7\u00e3o de um livro. No meio do caminho, o t\u00edtulo da hist\u00f3ria foi alterado: de \u201cA velhinha da casa azul\u201d para \u201cA senhora da casa azul\u201d, justamente para enfatizar o seu lugar na narrativa, e como ela vai apoderando do seu desejo, aprendendo a escolher.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Recentemente, a m\u00eddia tem publicado den\u00fancias e casos que refletem esse lugar de domina\u00e7\u00e3o dos homens em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres, ajudando toda a sociedade a perceber tal modo de relacionamento como um problema a ser enfrentado por todos \u2013 homens e mulheres. Trata-se de um letramento necess\u00e1rio a esse respeito, algo que pode tamb\u00e9m ser trazido pela literatura e outras formas de arte.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>O encontro de gera\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Quem promove toda essa mudan\u00e7a \u00e9 Nico, o bisneto que, ao ganhar uma casa na \u00e1rvore, vai transformar a vida de todos, desencadeando uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o, com seus olhos frescos para o mundo, outras refer\u00eancias sociais e culturais, e com a sua liberdade de pensamento e de express\u00e3o de opini\u00f5es e vontades.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Ali\u00e1s, liberdade e pris\u00e3o s\u00e3o elementos opostos e presentes ao longo da narrativa, manifestados n\u00e3o apenas no texto, mas tamb\u00e9m na ilustra\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea reparou que, logo ap\u00f3s o di\u00e1logo entre o menino e sua bisa, sobre cada um poder eleger a pr\u00f3pria cor da felicidade, h\u00e1 uma p\u00e1gina dupla em que surgem janelas com grades, como se fossem de um pres\u00eddio? Contudo, elas s\u00e3o iluminadas, como que revelando caminhos. Mais adiante, janelas semelhantes reaparecem, mas agora sem grades, ocupadas por membros do menino Nico e pelo gatinho cego de um olho, companheiro presente em quase todas as p\u00e1ginas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Nico, al\u00e9m de ser o bisneto de Georgina, ocupa tamb\u00e9m um lugar de sua consci\u00eancia. \u00c9 o Nico, mas pode ser tamb\u00e9m a pr\u00f3pria Georgina, e essa dupla rela\u00e7\u00e3o transparece nos jogos de espelhos propostos pelas ilustra\u00e7\u00f5es. Qual \u00e9 a figura que surge refletida no espelho quando Georgina se mira? \u00c0s vezes, ela mesma, em outros momentos, \u00e9 o Nico que aparece como um reflexo ou oferecendo o espelho para que a bisa possa se mirar e se perceber.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Desvelando mist\u00e9rios <\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 tanto para se observar neste livro! A gente pode at\u00e9 assumir a posi\u00e7\u00e3o de um detetive, como bem definiu o escritor argentino Ricardo Piglia, ao procurar compreender o papel do cr\u00edtico, como aquele que busca desvendar, descobrir o que est\u00e1 presente no texto, as refer\u00eancias, os di\u00e1logos com outros escritos&#8230; Partindo dessa ideia, o escritor brasileiro Fl\u00e1vio Carneiro, formulou em um artigo<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><em>Grandes detetives s\u00e3o grandes leitores, n\u00e3o s\u00f3 de palavras como tamb\u00e9m de imagens. A palavra \u201cdetetive\u201d vem do ingl\u00eas detective, derivada da raiz latina tec, que significa \u201ccobrir\u201d. Detectar, portanto, \u00e9 descobrir, tirar o v\u00e9u que encobre o mist\u00e9rio, ainda que, retirado o v\u00e9u, surja n\u00e3o a verdade, mas apenas outros mist\u00e9rios. Detetive \u00e9 aquele que est\u00e1 sempre por descobrir alguma coisa, sem cessar. Quando j\u00e1 n\u00e3o descobre, \u00e9 porque est\u00e1 morto, ou muito infeliz.<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Quais outros mist\u00e9rios podemos descobrir lendo <a href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/produto\/a-senhora-da-casa-azul\/\"><em><strong>A senhora da casa azul<\/strong><\/em><\/a>?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Voc\u00ea reparou, por exemplo, na presen\u00e7a do leque? Como ele esconde e revela a pr\u00f3pria bisa? Em que momentos ele surge? Por que acha que est\u00e1 ali? Ao final, ele volta nas \u00faltimas p\u00e1ginas, por\u00e9m, ocupa outra fun\u00e7\u00e3o. O que ser\u00e1 que muda?<\/p>\n<p>E ser\u00e1 que voc\u00ea descobre algum outro mist\u00e9rio escondido nas p\u00e1ginas desse livro? Vamos fazer um exerc\u00edcio? Olhem bem, como um detetive, e s\u00f3 depois volte aqui&#8230;<\/p>\n<p>Observou novamente as p\u00e1ginas? Encontrou outros detalhes?<\/p>\n<p>Alguns leitores atribu\u00edram um clima on\u00edrico a algumas ilustra\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que elas ficam numa fronteira entre o real e o fant\u00e1stico. Voc\u00ea concorda com isso? E, por falar em clima on\u00edrico, enquanto o livro estava sendo feito, Everson, que \u00e9 dono de um gatinho cego, inspira\u00e7\u00e3o para a personagem felina da narrativa, fez uma pesquisa sobre os significados de se sonhar com gato cego. E o que ele encontrou tem tudo a ver com a hist\u00f3ria e o caminho de Georgina em sua jornada de autorreconhecimento e transforma\u00e7\u00f5es. Acredita-se que esse tipo de sonho pode ter a fun\u00e7\u00e3o de mostrar ao sonhador que ele est\u00e1 de olhos fechados para algo muito importante, tendendo a ignorar ou reprimir sentimentos, mas tamb\u00e9m pode significar mudan\u00e7as \u00e0 vista. Cada um atribui aos sonhos os sentidos que t\u00eam mais a ver com sua vida, mas que tais significados t\u00eam a ver com a narrativa proposta, isso eles t\u00eam!<\/p>\n<p>E lembrando que n\u00e3o s\u00e3o apenas as ilustra\u00e7\u00f5es, mas certos detalhes do projeto gr\u00e1fico que constituem a narrativa, d\u00e3o algo que nos chama a aten\u00e7\u00e3o na dupla de p\u00e1ginas em que Nico abra\u00e7a a bisa, emocionado pela virada que estaria por se apresentar, quando ela finalmente resolve escolher a cor de sua casa: a costura fica vis\u00edvel, como se as linhas brancas no meio das duas p\u00e1ginas n\u00e3o costurasse apenas o livro, mas a pr\u00f3pria vida de Georgina.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Outras refer\u00eancias presentes na ilustra\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 ouviu falar de um artista chamado Athos Bulc\u00e3o? Ele \u00e9 considerado o artista de Bras\u00edlia, foi assistente do famoso pintor Candido Portinari, e pintou muitos murais em azulejo, que podem ser vistos em diversos edif\u00edcios p\u00fablicos da capital brasileira. Numa das p\u00e1ginas em que acompanhamos a profus\u00e3o de pensamentos de Georgina, podemos observar v\u00e1rias estampas, de diferentes formas. Muitas delas fazendo refer\u00eancias ao tra\u00e7ado desse grande artista brasileiro. Procure por ele, voc\u00ea vai gostar de encontrar semelhan\u00e7as dos murais no livro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">CARNEIRO, Fl\u00e1vio. \u201cO leitor detetive\u201d. <i>Revista do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Letras da Universidade de Passo Fundo<\/i> &#8211; v. 5 &#8211; n. 2 &#8211; p. 164-169 &#8211; jul.\/dez. 2009. Acesso em 20\/11\/2023.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Funda\u00e7\u00e3o Athos Bulc\u00e3o &#8211; <a href=\"https:\/\/www.fundathos.org.br\/\">https:\/\/www.fundathos.org.br\/<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Revista do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Letras da Universidade de Passo Fundo &#8211; v. 5 &#8211; n. 2 &#8211; p. 164-169 &#8211; jul.\/dez. 2009. Acesso em 20\/11\/2023.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea chegou at\u00e9 aqui \u00e9 porque deve ter acabado de ler A senhora da casa azul, escrito pelo Everson Bertucci e ilustrado pelo Ju\u00e3o Vaz. Quanta coisa h\u00e1 para se falar desse livro! Trata-se de um livro ilustrado. O que ser\u00e1 que isso quer dizer? 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