{"id":3419,"date":"2011-02-10T19:06:14","date_gmt":"2011-02-10T21:06:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/2011\/02\/10\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/"},"modified":"2020-03-06T17:54:37","modified_gmt":"2020-03-06T20:54:37","slug":"flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/","title":{"rendered":"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano"},"content":{"rendered":"<p>Depois da cartografia completa do espa\u00e7o, os seres humanos deste in\u00edcio de mil\u00eanio lidam com a cartografia do tempo. As 24 horas de um dia numa grande metr\u00f3pole s\u00e3o t\u00e3o estriadas quanto seus espa\u00e7os. Mergulhada nesse contexto, a poeta <a href=\"http:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/biografia\/?autor=317&amp;nome=Luciana+Tonelli\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Luciana Tonelli<\/a> resolveu passar ao texto, propondo-se a percorrer com a escrita po\u00e9tica o tema do tempo &#8211; ou da falta dele &#8211; , surgindo da\u00ed <a href=\"http:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/livro\/?id=245&amp;tit=Flagrantes+do+tempo+-+Poema-reportagem+na+Pauliceia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Flagrantes do tempo &#8211; Poema-reportagem na Pauliceia<\/a>.<\/p>\n<p>A primeira parte do livro tem como eixo a viv\u00eancia do tempo no espa\u00e7o urbano contempor\u00e2neo, enquanto a segunda parte \u00e9 formada de um apanhado de poemas publicados no pequeno livro <em>Flagrantes do po\u00e7o<\/em> (cole\u00e7\u00e3o Poesia Orbital: Belo Horizonte, 1997), no coletivo Dez Faces e na Revista de Autofagia.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/livro\/?id=245&amp;tit=Flagrantes+do+tempo+-+Poema-reportagem+na+Pauliceia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Flagrantes do tempo &#8211; Poema-reportagem na Pauliceia<\/a> contou com o apoio do ProAC &#8211; 2009 e foi lan\u00e7ado em S\u00e3o Paulo (livraria Martins Fontes, fevereiro de 2011) e em Belo Horizonte (Centro Cultural da UFMG, durante a ZIP &#8211; Zona de Interven\u00e7\u00e3o Poesia &amp;, abril de 2011; registros no blog do poeta e curador Ricardo Aleixo: <a href=\"http:\/\/www.jaguadarte.blogspot.com\/\">http:\/\/www.jaguadarte.blogspot.com\/<\/a><\/p>\n<p>Abaixo, o texto de orelha, assinado pela pr\u00f3pria autora.<\/p>\n<p><em>No fim dos anos 80, Sampa para mim era sin\u00f4nimo de produ\u00e7\u00f5es culturais que me empolgavam. Itamar Assump\u00e7\u00e3o e seus parceiros reinavam no toca-discos, e visitar a cidade era buscar um pouco do que ouvia. Sampa dos baianos em sua garoa, Tropic\u00e1lia e Modernismo me dizendo de tempos fundadores. Sampa dos Tit\u00e3s e do Grupo Rumo. Sampa da poesia concreta e seu tempo preciso, do teatro Oficina e seu tempo ritual\u00edstico &#8211; tudo interessava \u00e0 jornalista crua em sua peleja para sorver o mundo. O mesmo interesse continua aceso quando vivo a cidade em tempo <em>kair\u00f3s<\/em>, o tempo da frui\u00e7\u00e3o e da viagem, e encontro escritas como as de Hilda Hilst e Claudio Willer, repletas de tempo sublime.<\/em><\/p>\n<p><em>Entretanto, h\u00e1 tr\u00eas anos vivendo na capital paulista, me vi enredada no paradoxo que costuma desafiar seus moradores: muito a vivenciar, tempo nenhum. Resolvi, ent\u00e3o, percorrer com a escrita po\u00e9tica esse tema: a rela\u00e7\u00e3o que n\u00f3s, urbanos contempor\u00e2neos, travamos com o tempo. Busquei encarar esse paradoxo na sua profunda rela\u00e7\u00e3o com o <em>modus operandi <\/em>do mundo p\u00f3s-moderno, em que S\u00e3o Paulo \u00e9 um \u00edcone brasileiro.<\/em><\/p>\n<p><em>Assim nasceu o projeto deste livro: de um antigo e profundo mal-estar com os ritmos do mundo, atualizado na megacidade que desejei conhecer, circulando em seus espa\u00e7os\/tempos cotidianos. Os poemas nascem na dureza do tempo c<em>ronos<\/em> em que estamos mergulhados. O tempo do rel\u00f3gio de Quintana, devorador de gente. Da\u00ed um &#8220;poema-reportagem&#8221;, com flagrantes do aqui e agora da cidade.<\/em><\/p>\n<p><em>A segunda parte \u00e9 uma sele\u00e7\u00e3o de poemas de outros tempos e intensidades: &#8220;Poemas de aus\u00eancia&#8221; s\u00e3o de <em>Flagrantes do po\u00e7o<\/em> (cole\u00e7\u00e3o Poesia Orbital &#8211; Belo Horizonte, 1997); &#8220;Poemas habitados&#8221; abrigam personagens femininas deslocadas, <em>borderlines,<\/em> que me s\u00e3o caras: Estamira, Gen\u00e9sia e Orora; e &#8220;Poemas devires&#8221; \u00e9 o tempo passando pela escrita. Nos intervalos, dois &#8220;poemanifestos&#8221;.<\/em><\/p>\n<p><em>Tor\u00e7o para que estes <em>flagrantes<\/em> sejam um feliz encontro para voc\u00ea, leitor. Afinal, n\u00e3o temos tempo a perder.<\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><em>Flagrantes do tempo &#8211; Poema-reportagem na Pauliceia<\/em> foi apoiado pelo Programa de A\u00e7\u00e3o Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de S\u00e3o Paulo (2009).<\/p>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 42px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;\">\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">No fim dos anos 80, Sampa para mim era sin\u00f4nimo de produ\u00e7\u00f5es culturais que me empolgavam. Itamar Assump\u00e7\u00e3o e seus parceiros reinavam no toca-discos, e visitar a cidade era buscar um pouco do que ouvia. Sampa dos baianos em sua garoa, Tropic\u00e1lia e Modernismo me dizendo de tempos fundadores. Sampa dos Tit\u00e3s e do Grupo Rumo. Sampa da poesia concreta e seu tempo preciso, do teatro Oficina e seu tempo ritual\u00edstico &#8211; tudo interessava \u00e0 jornalista crua em sua peleja para sorver o mundo. O mesmo interesse continua aceso quando vivo a cidade em tempo <em>kair\u00f3s<\/em>, o tempo da frui\u00e7\u00e3o e da viagem, e encontro escritas como as de Hilda Hilst e Claudio Willer, repletas de tempo sublime.<\/p>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">Entretanto, h\u00e1 tr\u00eas anos vivendo na capital paulista, me vi enredada no paradoxo que costuma desafiar seus moradores: muito a vivenciar, tempo nenhum. Resolvi, ent\u00e3o, percorrer com a escrita po\u00e9tica esse tema: a rela\u00e7\u00e3o que n\u00f3s, urbanos contempor\u00e2neos, travamos com o tempo. Busquei encarar esse paradoxo na sua profunda rela\u00e7\u00e3o com o <em>modus operandi <\/em>do mundo p\u00f3s-moderno, em que S\u00e3o Paulo \u00e9 um \u00edcone brasileiro.<\/p>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">Assim nasceu o projeto deste livro: de um antigo e profundo mal-estar com os ritmos do mundo, atualizado na megacidade que desejei conhecer, circulando em seus espa\u00e7os\/tempos cotidianos. Os poemas nascem na dureza do tempo c<em>ronos<\/em> em que estamos mergulhados. O tempo do rel\u00f3gio de Quintana, devorador de gente. Da\u00ed um &#8220;poema-reportagem&#8221;, com flagrantes do aqui e agora da cidade.<\/p>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">A segunda parte \u00e9 uma sele\u00e7\u00e3o de poemas de outros tempos e intensidades: &#8220;Poemas de aus\u00eancia&#8221; s\u00e3o de <em>Flagrantes do po\u00e7o<\/em> (cole\u00e7\u00e3o Poesia Orbital &#8211; Belo Horizonte, 1997); &#8220;Poemas habitados&#8221; abrigam personagens femininas deslocadas, <em>borderlines,<\/em> que me s\u00e3o caras: Estamira, Gen\u00e9sia e Orora; e &#8220;Poemas devires&#8221; \u00e9 o tempo passando pela escrita. Nos intervalos, dois &#8220;poemanifestos&#8221;.<\/p>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">Tor\u00e7o para que estes <em>flagrantes<\/em> sejam um feliz encontro para voc\u00ea, leitor. Afinal, n\u00e3o temos tempo a perder.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s lan\u00e7amento em fevereiro na Martins Fontes, em S\u00e3o Paulo, Flagrantes do tempo &#8211; Poema-reportagem na Pauliceia, que tem como eixo a viv\u00eancia do tempo no espa\u00e7o urbano contempor\u00e2neo, ser\u00e1 lan\u00e7ado dia 08\/04 em Belo Horizonte, integrando a programa\u00e7\u00e3o da ZIP &#8211; Zona de Interven\u00e7~ao Poesia &#038;.<\/p>\n","protected":false},"author":2445,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-3419","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-agenda"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano - Editora Peir\u00f3polis<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano - Editora Peir\u00f3polis\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ap\u00f3s lan\u00e7amento em fevereiro na Martins Fontes, em S\u00e3o Paulo, Flagrantes do tempo - Poema-reportagem na Pauliceia, que tem como eixo a viv\u00eancia do tempo no espa\u00e7o urbano contempor\u00e2neo, ser\u00e1 lan\u00e7ado dia 08\/04 em Belo Horizonte, integrando a programa\u00e7\u00e3o da ZIP - Zona de Interven\u00e7~ao Poesia &amp;.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Editora Peir\u00f3polis\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/peiropolis\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2011-02-10T21:06:14+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2020-03-06T20:54:37+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Editora Peir\u00f3polis\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Editora Peir\u00f3polis\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Editora Peir\u00f3polis\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7aba5e19cf6bc87b2caab2a6c0ae25d6\"},\"headline\":\"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano\",\"datePublished\":\"2011-02-10T21:06:14+00:00\",\"dateModified\":\"2020-03-06T20:54:37+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\\\/\"},\"wordCount\":913,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Agenda\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\\\/\",\"name\":\"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano - Editora Peir\u00f3polis\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2011-02-10T21:06:14+00:00\",\"dateModified\":\"2020-03-06T20:54:37+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/\",\"name\":\"Editora Peir\u00f3polis\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#organization\",\"name\":\"Editora Peir\u00f3polis\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2018\\\/03\\\/logo_site_2018_laranja-1.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2018\\\/03\\\/logo_site_2018_laranja-1.png\",\"width\":366,\"height\":160,\"caption\":\"Editora Peir\u00f3polis\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/peiropolis\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/peiropolis\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/channel\\\/UCpX4Q1B82myCpHVV9jdqInQ\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7aba5e19cf6bc87b2caab2a6c0ae25d6\",\"name\":\"Editora Peir\u00f3polis\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Editora Peir\u00f3polis\"},\"sameAs\":[\"http:\\\/\\\/editorapei.dominiotemporario.com\\\/\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/author\\\/editorapeiropolis\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano - Editora Peir\u00f3polis","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano - Editora Peir\u00f3polis","og_description":"Ap\u00f3s lan\u00e7amento em fevereiro na Martins Fontes, em S\u00e3o Paulo, Flagrantes do tempo - Poema-reportagem na Pauliceia, que tem como eixo a viv\u00eancia do tempo no espa\u00e7o urbano contempor\u00e2neo, ser\u00e1 lan\u00e7ado dia 08\/04 em Belo Horizonte, integrando a programa\u00e7\u00e3o da ZIP - Zona de Interven\u00e7~ao Poesia &.","og_url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/","og_site_name":"Editora Peir\u00f3polis","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/peiropolis\/","article_published_time":"2011-02-10T21:06:14+00:00","article_modified_time":"2020-03-06T20:54:37+00:00","author":"Editora Peir\u00f3polis","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Editora Peir\u00f3polis","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/"},"author":{"name":"Editora Peir\u00f3polis","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/7aba5e19cf6bc87b2caab2a6c0ae25d6"},"headline":"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano","datePublished":"2011-02-10T21:06:14+00:00","dateModified":"2020-03-06T20:54:37+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/"},"wordCount":913,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#organization"},"articleSection":["Agenda"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/","url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/","name":"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano - Editora Peir\u00f3polis","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#website"},"datePublished":"2011-02-10T21:06:14+00:00","dateModified":"2020-03-06T20:54:37+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/flagrantes-do-tempo-uma-cartografia-do-cotidiano\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"&#034;Flagrantes do tempo&#034;: uma cartografia do cotidiano"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#website","url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/","name":"Editora Peir\u00f3polis","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#organization","name":"Editora Peir\u00f3polis","url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/logo_site_2018_laranja-1.png","contentUrl":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/logo_site_2018_laranja-1.png","width":366,"height":160,"caption":"Editora Peir\u00f3polis"},"image":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/peiropolis\/","https:\/\/www.instagram.com\/peiropolis\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCpX4Q1B82myCpHVV9jdqInQ"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/7aba5e19cf6bc87b2caab2a6c0ae25d6","name":"Editora Peir\u00f3polis","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g","caption":"Editora Peir\u00f3polis"},"sameAs":["http:\/\/editorapei.dominiotemporario.com\/"],"url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/author\/editorapeiropolis\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3419","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2445"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3419"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3419\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19412,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3419\/revisions\/19412"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3419"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3419"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3419"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}