{"id":35665,"date":"2024-10-28T17:10:28","date_gmt":"2024-10-28T20:10:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/?p=35665"},"modified":"2024-12-06T10:16:15","modified_gmt":"2024-12-06T13:16:15","slug":"qual-a-cor-da-caixinha-do-preconceito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/qual-a-cor-da-caixinha-do-preconceito\/","title":{"rendered":"Qual a cor da caixinha do preconceito?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/produto\/gilbiscleuda\/\"><em><strong><span style=\"color: #ff6600;\">Gilbiscleuda<\/span><\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-35666 size-full\" src=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha.png\" alt=\"\" width=\"5368\" height=\"1862\" srcset=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha.png 5368w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha-300x104.png 300w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha-1024x355.png 1024w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha-150x52.png 150w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha-768x266.png 768w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha-1536x533.png 1536w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha-2048x710.png 2048w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha-203x70.png 203w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/cegonha-600x208.png 600w\" sizes=\"(max-width: 5368px) 100vw, 5368px\" \/>Se voc\u00ea chegou at\u00e9 aqui \u00e9 porque teve curiosidade em saber mais sobre a Gilbiscleuda e sobre o que ela simboliza. Os livros podem abrir-se para muitas conversas, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Di\u00e1logos sobre o jeito como os autores resolveram contar a hist\u00f3ria, as rela\u00e7\u00f5es entre o texto e as ilustra\u00e7\u00f5es e as narrativas que essas duas linguagens apresentam, e para onde determinado livro levou seus leitores, o que sentiram, pensaram&#8230;<\/p>\n<p>Enfim, as hist\u00f3rias, sabemos, tamb\u00e9m s\u00e3o uma forma de se conversar sobre a vida. J\u00e1 pensou nisso?<\/p>\n<p>E sobre o que ser\u00e1 que podemos falar a partir da leitura de Gilbiscleuda? Por aqui, n\u00f3s achamos que esse livro pode ser um ponto de partida para uma boa conversa sobre as diferen\u00e7as entre as pessoas e sobre a necessidade que muitas vezes os grupos costumam ter de \u201crotular\u201d as pessoas, encaixando-as, querendo controlar seus jeitos de ser, as formas com que decidiram levar a vida. Quando algu\u00e9m ou um grupo tem muita dificuldade em aceitar diferen\u00e7as, abre-se um terreno prop\u00edcio ao preconceito.<\/p>\n<p>Talvez Gilbiscleuda possa nos ajudar a conversar sobre tudo isso. Outro assunto presente no livro \u00e9 a exist\u00eancia de certos tabus em nossa sociedade, ou seja, temas considerados perigosos, e que devem ser proibidos ou disfar\u00e7ados, n\u00e3o se podendo falar abertamente sobre eles.<\/p>\n<p>Brincando com um tabu, ali\u00e1s, Everson Bertucci e Ju\u00e3o Vaz criaram uma narrativa sobre o nascimento que hoje at\u00e9 pode ser considerada inusitada, embora n\u00e3o tenha sido sempre assim. H\u00e1 poucas d\u00e9cadas, falar como nasciam os beb\u00eas era um tabu. Nas fam\u00edlias, e at\u00e9 mesmo nas escolas, n\u00e3o se falava sobre isso com as crian\u00e7as! Claro que o sil\u00eancio ou a proibi\u00e7\u00e3o n\u00e3o faziam com que a curiosidade infantil cessasse. Imagine se os pequenos n\u00e3o iam querer saber de onde vinham&#8230; Est\u00e1 a\u00ed um desejo muito humano, o de se conhecer as origens.<\/p>\n<p>Para driblar perguntas que inevitavelmente viriam, foram at\u00e9 criadas algumas lendas contadas \u00e0s crian\u00e7as por s\u00e9culos e s\u00e9culos, at\u00e9 muito recentemente. Dizer que os beb\u00eas vinham das barrigas de suas m\u00e3es era impens\u00e1vel em certos lugares e grupos at\u00e9 a d\u00e9cada de noventa, por exemplo.<\/p>\n<p>Dizia-se que os beb\u00eas eram entregues \u00e0s fam\u00edlias pelas cegonhas &#8211; uma lenda antiga usada para justificar \u00e0s crian\u00e7as o surgimento repentino de um beb\u00ea na fam\u00edlia, pois n\u00e3o se dizia aos pequenos que um novo serzinho era gestado no ventre de sua m\u00e3e. Imagine se as crian\u00e7as n\u00e3o iriam querer saber como o bebezinho havia ido parar ali dentro&#8230;<\/p>\n<p>E para justificar o motivo de as m\u00e3es precisarem de um descanso ap\u00f3s a chegada do beb\u00ea, dizia-se que elas haviam sido bicadas nas pernas pela cegonha. A lenda surgiu na Escandin\u00e1via pelo fato dessa ave ser d\u00f3cil e protetora, e ganhou o mundo no s\u00e9culo XIX pelas obras do escritor Hans Christian Andersen.<\/p>\n<p>Em <a href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/produto\/gilbiscleuda\/\"><em>Gilbiscleuda<\/em><\/a>, a lenda da cegonha trazendo um beb\u00ea vem \u00e0 tona numa sociedade completamente modificada. \u00c9 muito prov\u00e1vel que as crian\u00e7as de hoje nem saibam dessa lenda, mas \u00e9 quase certo que seus pais, av\u00f3s, bisav\u00f3s v\u00e3o poder explicar-lhes e relembrar as narrativas que lhes foram contadas sobre as origens da vida.<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-35668 size-full\" src=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ovo.png\" alt=\"\" width=\"848\" height=\"294\" srcset=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ovo.png 848w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ovo-300x104.png 300w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ovo-150x52.png 150w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ovo-768x266.png 768w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ovo-203x70.png 203w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ovo-600x208.png 600w\" sizes=\"(max-width: 848px) 100vw, 848px\" \/><\/p>\n<p>Aqui, a lenda da cegonha ganha outro lugar, ressaltando as diferen\u00e7as da menina em rela\u00e7\u00e3o aos demais. Se as crian\u00e7as eram trazidas por uma cegonha, de onde elas surgiam? Do ovo? No caso da Gilbiscleuda, sim! \u00c9 uma personagem t\u00e3o incomum, por ser uma palha\u00e7a de nascen\u00e7a, que s\u00f3 poderia ter nascido de um ovo. E se esse ovo \u00e9 da cegonha, ser\u00e1 que ela \u00e9 filha da cegonha? Ou esse ovo \u00e9 de outra ave? Ou talvez&#8230; de um dinossauro?! Vai saber&#8230; &nbsp;<\/p>\n<p>O que podemos dizer \u00e9 que Gilbiscleuda \u00e9 um ser totalmente diferente. E por ser assim, n\u00e3o se sabe o que fazer com ela. Por isso, passam a coloc\u00e1-la em \u201ccaixinhas\u201d. Literalmente, encaix\u00e1-la em algum lugar! &nbsp;As caixinhas s\u00e3o representadas por cores. Alguma cor deveria ser a cor \u201ccerta\u201d para a Gilbiscleuda&#8230; Ser\u00e1? Quando o Everson escreveu o texto, ele estava pensando muito sobre como uma pessoa que nasce diferente \u00e9, muitas vezes, v\u00edtima de preconceito. Daquele jeito que a pessoa \u00e9 n\u00e3o se aceita&#8230; E a\u00ed, sempre tem algu\u00e9m para dizer que ela deve ser \u201cdessa\u201d ou \u201cdaquela\u201d caixinha.<\/p>\n<p>Assim como o autor, muitas crian\u00e7as passaram ou passam por situa\u00e7\u00f5es como essas. Situa\u00e7\u00f5es que v\u00e3o desde ouvir frases como: \u201cvoc\u00ea n\u00e3o deve falar assim\u201d, \u201cvoc\u00ea n\u00e3o pode isso ou aquilo\u201d, \u201cvoc\u00ea \u00e9 estranho, esquisito\u201d, \u201caqui n\u00e3o tem lugar para voc\u00ea\u201d, \u201cvoc\u00ea n\u00e3o \u00e9 bem-vindo aqui\u201d, entre outras tantas, at\u00e9 os casos em que a reprova\u00e7\u00e3o vem por meio de gestos ou olhares que expressam julgamentos, chegando at\u00e9 a ocasi\u00f5es em que se vive uma viol\u00eancia f\u00edsica. &nbsp;<\/p>\n<p>O que se torna muito grave pois formas de viol\u00eancia, verbais ou n\u00e3o, podem aniquilar uma crian\u00e7a que n\u00e3o se \u201cencaixa\u201d ou n\u00e3o se \u201cenquadra\u201d nos padr\u00f5es. Essa crian\u00e7a pode vir a se fechar, se isolar e se sentir muito sozinha. Everson foi uma dessas crian\u00e7as numa \u00e9poca em que os pequeninos n\u00e3o tinham voz.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-35670 alignright\" src=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-1-300x227.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"227\" srcset=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-1-300x227.png 300w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-1-1024x774.png 1024w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-1-150x113.png 150w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-1-768x580.png 768w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-1-1536x1161.png 1536w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-1-2048x1548.png 2048w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-1-203x153.png 203w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-1-600x453.png 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>E ele, muitas vezes, ficou nas caixinhas que o colocaram. Por medo, para se proteger, para n\u00e3o causar inc\u00f4modo, para n\u00e3o causar confus\u00e3o, ou como forma de defesa e evitar conflitos. Simplesmente, o seu existir era um inc\u00f4modo. O seu estar no mundo incomodava. Seu corpo, sua voz, seu jeito de andar, seu comportamento. Elementos que ele n\u00e3o tinha como mudar.<\/p>\n<p>Everson n\u00e3o teve a literatura, nem algu\u00e9m que lhe dissesse ou lhe mostrasse que sua exist\u00eancia n\u00e3o era um problema. Que o problema n\u00e3o era ele e sim quem o considerava um. Ent\u00e3o, o livro nasce com o desejo de ser um grito de liberdade. Gilbiscleuda \u00e9 a crian\u00e7a que Everson, olhando para o seu passado, gostaria de ter sido: uma crian\u00e7a que percebe muito cedo que \u00e9 sim diferente, mas que entende que isso n\u00e3o \u00e9 um problema.<\/p>\n<p>Afinal, muitas pessoas s\u00e3o diferentes e podem n\u00e3o se encaixar nos padr\u00f5es, seja pelo g\u00eanero, pela sexualidade, pela etnia, por algum tipo de defici\u00eancia, por padr\u00f5es de beleza, por estilo, enfim, por ser diferente. E o que a sociedade faz com pessoas assim t\u00e3o diferentes, t\u00e3o fora do padr\u00e3o? Tenta tir\u00e1-las de circula\u00e7\u00e3o, pois n\u00e3o sabe como lidar com algu\u00e9m assim. Ent\u00e3o, o melhor \u00e9 escond\u00ea-las.<\/p>\n<p>Mas o que n\u00e3o esperam \u00e9 que Gilbiscleuda seja uma crian\u00e7a com autoestima e voz. Ao contr\u00e1rio da crian\u00e7a que o Everson foi, ela diz \u201cn\u00e3o\u201d. E dizer n\u00e3o \u00e9 impor limites. \u00c9 se impor \u00e0s viol\u00eancias expl\u00edcitas e veladas que socialmente algu\u00e9m diferente vivencia. Gilbiscleuda n\u00e3o se permite ficar nas caixinhas que acham que ela deve ficar escondida. E \u00e9 por isso que ela repete o tempo todo a frase \u201caqui n\u00e3o \u00e9 meu lugar\u201d.<\/p>\n<p>Como professor, Everson prop\u00f5e esse di\u00e1logo aos seus alunos com o intuito de conversar sobre preconceito por um vi\u00e9s bem humorado e talvez, conscientizador. No fundo, todos n\u00f3s vivemos em caixinhas. Nossas casas s\u00e3o caixinhas, as escolas s\u00e3o caixinhas, a cidade, o estado e o pa\u00eds onde moramos s\u00e3o caixinhas. E por a\u00ed vai&#8230;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-35669\" src=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2-295x300.png\" alt=\"\" width=\"295\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2-295x300.png 295w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2-1006x1024.png 1006w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2-147x150.png 147w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2-768x781.png 768w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2-1510x1536.png 1510w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2-203x207.png 203w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2-600x610.png 600w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2-150x153.png 150w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/malabares-2.png 1830w\" sizes=\"(max-width: 295px) 100vw, 295px\" \/>O tempo todo, transitamos por caixinhas. E quando se \u00e9 crian\u00e7a, quem escolhe essas caixinhas \u00e9 o pai, a m\u00e3e ou algum respons\u00e1vel. Nossas rela\u00e7\u00f5es e profiss\u00f5es tamb\u00e9m s\u00e3o caixinhas. Gilbiscleuda tamb\u00e9m pode ser uma porta para falarmos sobre a escolha dos nossos relacionamentos na fase adulta. Se vamos querer nos casar, ter filhos, mudar de cidade, de pa\u00eds. Coisas aparentemente simples, mas que n\u00e3o deixam de ser \u201ccaixinhas\u201d.<\/p>\n<p>E quando Everson pergunta aos seus alunos se, ao se tornarem adultos v\u00e3o deixar outras pessoas escolherem suas caixinhas ou se v\u00e3o querer ser como Gilbiscleuda, ouve em coro que ser\u00e3o como a Gilbiscleuda. Se for para ficar numa caixinha, que seja uma caixinha escolhida por si pr\u00f3prio e n\u00e3o por outra pessoa. O problema n\u00e3o \u00e9 estar em caixinhas, desde que voc\u00ea queira estar nelas por uma escolha sua.<\/p>\n<p>E voc\u00ea, est\u00e1 nessa caixinha a\u00ed por escolha pr\u00f3pria ou te jogaram nela e voc\u00ea nem se deu conta?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Conhe\u00e7a os autores<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-35679 size-full\" src=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-scaled.jpg 2560w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-300x100.jpg 300w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-1024x341.jpg 1024w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-150x50.jpg 150w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-768x256.jpg 768w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-1536x512.jpg 1536w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-2048x683.jpg 2048w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-203x68.jpg 203w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/9786559313785_vi_22-600x200.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Conhe\u00e7a as outras obras dos autores<\/strong><\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-26097 alignleft\" src=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mesma-nova-historia-capa-254x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"254\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mesma-nova-historia-capa-254x300.jpeg 254w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mesma-nova-historia-capa-868x1024.jpeg 868w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mesma-nova-historia-capa-127x150.jpeg 127w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mesma-nova-historia-capa-768x906.jpeg 768w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mesma-nova-historia-capa-150x177.jpeg 150w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mesma-nova-historia-capa-203x240.jpeg 203w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mesma-nova-historia-capa-600x708.jpeg 600w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/mesma-nova-historia-capa.jpeg 871w\" sizes=\"(max-width: 254px) 100vw, 254px\" \/><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/produto\/mesma-nova-historia\/\"><span style=\"color: #ff9900;\"><strong>Mesma nova hist\u00f3ria<\/strong><\/span><\/a><br \/>\nEverson Bertucci, Mafuane Oliveira, Jo\u00e3o Vaz<\/p>\n<p>O que pode nascer do conv\u00edvio entre uma velhinha que est\u00e1 perdendo a mem\u00f3ria e um menino que s\u00f3 pensa em jogos eletr\u00f4nicos? De maneira delicada, a hist\u00f3ria aborda a finitude da exist\u00eancia, o lugar dos mais velhos nas rela\u00e7\u00f5es familiares e o nascimento do afeto entre uma v\u00f3 e seu neto.<br \/>\nTrazendo refer\u00eancias da cultura afro-brasileira e elementos da oralidade, este livro ilustrado \u00e9 resultado da colabora\u00e7\u00e3o entre tr\u00eas autores que se expressam em diferentes linguagens. O texto escrito por Everson ganhou voz na narra\u00e7\u00e3o de Mafuane, e depois uma narrativa visual composta por Jo\u00e3o Paulo Vaz. Como \u00e9 comum durante o caminho percorrido pelas hist\u00f3rias orais, a narra\u00e7\u00e3o foi se modificando, perdendo uma parte aqui, ganhando outra ali, at\u00e9 fixar-se nessa edi\u00e7\u00e3o escrita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/produto\/a-senhora-da-casa-azul\/\"><span style=\"color: #ff9900;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-32758 alignleft\" src=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-254x300.jpg\" alt=\"\" width=\"254\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-254x300.jpg 254w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-866x1024.jpg 866w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-127x150.jpg 127w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-768x908.jpg 768w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-1299x1536.jpg 1299w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-1733x2048.jpg 1733w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-203x240.jpg 203w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-600x709.jpg 600w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/978-65-5931-288-7_G-150x177.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 254px) 100vw, 254px\" \/>A senhora da casa azul<\/strong><\/span><\/a><br \/>\nEverson Bertucci, Jo\u00e3o Vaz<\/p>\n<p>Nico adora visitar o s\u00edtio do biso e da bisa. Por ali, h\u00e1 um pouco de tudo: galinha caipira, galinha d\u2019angola, pato, pav\u00e3o, papagaios, araras, a casa azul dos bisav\u00f3s e uma casa na \u00e1rvore que est\u00e1 sendo feita especialmente para o bisneto. Quando chega o momento de escolher a cor da nova morada, Nico provoca uma tremenda revolu\u00e7\u00e3o na vida da bisa Georgina.<\/p>\n<p>Uma hist\u00f3ria que nos leva a refletir sobre os caminhos da vida, sobre o peso de nossas escolhas e a necessidade da transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Este livro foi viabilizado pela Lei de Incentivo \u00e0 Cultura de Balne\u00e1rio Cambori\u00fa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/produto\/eugenio\/\"><span style=\"color: #ff9900;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-34989 alignleft\" src=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-254x300.jpg\" alt=\"\" width=\"254\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-254x300.jpg 254w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-867x1024.jpg 867w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-127x150.jpg 127w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-768x907.jpg 768w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-1301x1536.jpg 1301w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-1734x2048.jpg 1734w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-203x240.jpg 203w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-600x709.jpg 600w, https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/978-65-5931-332-7-150x177.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 254px) 100vw, 254px\" \/>Eug\u00eanio<\/strong><\/span><\/a><br \/>\nEverson Bertucci, Jo\u00e3o Vaz<\/p>\n<p>Quem teria a coragem de ir at\u00e9 o misterioso alto do Mirante da Serra? Naquele lugar, dizia-se, morava um bruxo, que levava uma vida totalmente isolada, at\u00e9 o dia em que a pipa de Ol\u00edvia voou at\u00e9 l\u00e1 e acabou caindo bem em cima do telhado da casa rosa onde morava o enigm\u00e1tico Eug\u00eanio. E agora? Ficar sem o seu brinquedo \u00e9 que ela n\u00e3o poderia! N\u00e3o havia outro jeito sen\u00e3o enfrentar o que todos imaginavam ser um grande perigo.<\/p>\n<p>Aliando muito bem o texto e as ilustra\u00e7\u00f5es, em um afinado casamento entre as duas linguagens, Eug\u00eanio surpreender\u00e1 os leitores com os caminhos de uma delicada narrativa, que acaba por se tornar uma ode \u00e0 for\u00e7a que as palavras e a literatura podem ter em nossas vidas.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff9900;\"><a style=\"color: #ff9900;\" href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/eugenio-uma-prosa-com-os-autores\/\">Leia aqui<\/a> <\/span>a entrevista dos autores sobre <em>Eug\u00eanio<\/em>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gilbiscleuda Se voc\u00ea chegou at\u00e9 aqui \u00e9 porque teve curiosidade em saber mais sobre a Gilbiscleuda e sobre o que ela simboliza. Os livros podem abrir-se para muitas conversas, n\u00e3o \u00e9 mesmo? 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