{"id":645,"date":"2007-11-05T03:27:04","date_gmt":"2007-11-05T03:27:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/?p=645"},"modified":"2020-02-21T13:25:28","modified_gmt":"2020-02-21T16:25:28","slug":"aquilo-que-salta-aos-olhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/aquilo-que-salta-aos-olhos\/","title":{"rendered":"Aquilo que salta aos olhos"},"content":{"rendered":"<p><i>Menos, com o devido destaque, \u00e9 mais. \u00c9 o que n\u00f3s, comunicadores, podemos aprender com os grandes mestres da pintura.<\/i><\/p>\n<p>Artistas pl\u00e1sticos, como o holand\u00eas Vincent Van Gogh, t\u00eam a capacidade de desconstruir imagens e reconstru\u00ed-las por uma \u00f3tica pr\u00f3pria. O impressionante nesses casos \u00e9 que muitas vezes o elemento que mais chama a aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 necessariamente o que ocupa o maior espa\u00e7o na tela. Se o cen\u00e1rio \u00e9, por exemplo, um mar, umc\u00e9u azul e um pequeno barco, o pintor tem o dom de dar um destaque \u00edmpar ao barco, por mais que sua figura corresponda a um sexto do tamanho do mar ou a um ter\u00e7o do tamanho do c\u00e9u. O artista tem a capacidade de fazer comque o olhar seja direcionado \u00e0quele elemento, por menor que seja. <\/p>\n<p>O tamb\u00e9m holand\u00eas Rembrandt tem diversos quadros em que trabalha com a altern\u00e2ncia entre claro e escuro. \u00c0s vezes, o claro n\u00e3o passa de fragmentos na cena. Mas eles carregam tamanha luminosidade, que imantam o olhar de quem esteja diante da obra.<\/p>\n<p>Quando Van Gogh fazia gravuras ou os trabalhos pr\u00e9vios para a elabora\u00e7\u00e3o de um quadro, seguia um processo por etapas. Se ele fosse retratar uma \u00e1rvore, por exemplo, o primeiro passo era capturar a imagem com um l\u00e1pis preto. E, mesmo dispondo de uma s\u00f3 cor, Van Gogh conferia intensidades \u00e0 figura, como o troncomais escuro, algumas folhasmais carregadas do que outras e tonalidades variadas na folhagem. <\/p>\n<p>A segunda fase do processo consistia em refazer o desenho, dessa feita aplicando uma cor. Esse exerc\u00edcio de experimenta\u00e7\u00e3o servia para observar como aquela colora\u00e7\u00e3o reproduziria a intensidade que ele havia capturado. VanGogh, ent\u00e3o, j\u00e1 n\u00e3o olhava para a \u00e1rvore. A base era o desenho original e resultava na nova vers\u00e3o coma cor aplicada. Terminada a segunda fase, ele ia para a etapa final, que era pintar o quadro, dando a intensidade<br \/>\nda cor que ele havia capturado na primeira vers\u00e3o, que ele havia testado na segunda e que, definitivamente, ele representava na terceira vers\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 por causa desse dom que, num dos quadros mais famosos de Van Gogh, O girassol, por exemplo, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 que a flor sai da tela, tal a intensidade daquele amarelo. \u00c9 algo t\u00e3o arrebatador, que o olhar se direciona mais diretamente para a flor do que para o caule, para o vaso, para a mesa, que, em tese, t\u00eam cores t\u00e3o fortes quanto aquele amarelo. Isso significa que a intensidade est\u00e1 retratada exatamente coma luz e coma cor necess\u00e1rias para refletir a percep\u00e7\u00e3o do artista no momento em que a imagem foi capturada. <\/p>\n<p>Indo para o mundo da comunica\u00e7\u00e3o, quando elaboramos um texto, precisamos saber onde queremos dar intensidade. \u00c0s vezes, a intensidade \u00e9 uma mensagem subliminar, \u00e9 a emo\u00e7\u00e3o que se deseja despertar. Naquele momento em que um artista capturava a imagem numa tela, soprava um vento, ecoavam pequenos barulhos e, sobretudo, existiam os sentimentos vivenciados naquele exerc\u00edcio. Analogamente ao artista, o comunicador, quando elabora uma mensagem, tamb\u00e9mtemde perceber que \u00e9 necess\u00e1rio trazer essas nuances para o texto. E, se ele puder construir o texto em tr\u00eas fases, com a primeira etapa equivalendo a um rascunho com os elementos fundamentais da mensagem, a segunda, \u00e0 decis\u00e3o do que ter\u00e1 intensidade, e a terceira, \u00e0 harmoniza\u00e7\u00e3o de todos os elementos, ser\u00e1 mais f\u00e1cil transmitir o sentimento original da mensagem. <\/p>\n<p>Mas o que ocorre comfreq\u00fc\u00eancia \u00e9 o movimento oposto. O texto pronto sofre tantas mexidas, que o resultado final \u00e9 um grande Frankenstein. Um pr\u00e9dio pronto, por exemplo, passou pela prepara\u00e7\u00e3o do terreno, pela montagem do esqueleto coma estrutura de ferro e pelo acabamento. Com os textos corporativos, muitas vezes, a l\u00f3gica \u00e9 inversa. O texto j\u00e1 est\u00e1 pronto, mas \u00e9 preciso enxertar mais elementos. \u00c9 como se fossem colocar varanda onde n\u00e3o tem sustenta\u00e7\u00e3o, sala de gin\u00e1stica onde n\u00e3o h\u00e1 ventila\u00e7\u00e3o e quadra poliesportiva onde n\u00e3o caberia uma mesa de futebol de bot\u00e3o. \u00c9 prov\u00e1vel que nesses casos o comunicador tivesse de voltar para a etapa da estrutura de ferro ou mesmo para o terreno e come\u00e7ar de novo.<\/p>\n<p>Isso pode ocorrer por motivos diversos, mas h\u00e1 dois que s\u00e3o bastante recorrentes. O primeiro \u00e9 a mensagem n\u00e3o atender plenamente aquilo que foi demandado, muitas<br \/>\nvezes porque o profissional de comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o fez as perguntas-chave ou se contentou com um briefing incompleto. A segunda causa \u00e9 a aceita\u00e7\u00e3o resignada daquilo que foi sugerido (ou imposto) pelo chefe ou pela pessoa encarregada de aprovar o texto. \u00c9 como se o pintor topasse colocar mais um vaso pequenininho do lado do vaso grande e n\u00e3o faz sentido. E a conduta, em vez da argumenta\u00e7\u00e3o, \u00e9 a simples anu\u00eancia. O profissional, muitas vezes para evitar o desgaste do debate, n\u00e3o s\u00f3 concorda em acrescentar o vaso como tamb\u00e9m a fruta, a toalha de mesa e mais uma s\u00e9rie de cacarecos. E o que era para ser um texto acaba se tornando uma verdadeira prateleira de supermercado. Se um cartaz precisa ter vinte 86 atributos, no final das contas n\u00e3o tem nenhum. E, quando se coloca um monte de elementos, o olhar (e o foco portanto) se perde.<\/p>\n<p>Nessas ocasi\u00f5es, o profissional de comunica\u00e7\u00e3o precisa ter discernimento para avaliar se n\u00e3o \u00e9 o caso de lan\u00e7ar uma campanha para que tal quantidade de informa\u00e7\u00e3o seja mais bemassimilada. Caso seja, precisa sustentar sua argumenta\u00e7\u00e3o para a ado\u00e7\u00e3o da medida. Se n\u00e3o houver necessidade da campanha, cabe ao profissional defender a estrutura do texto, priorizando a compreens\u00e3o dos elementos cruciais da mensagem. Nessas horas, far\u00e1 todo o sentido<\/p>\n<p>chamar Van Gogh de mestre, mesmo que n\u00e3o se esteja tratando de obras de arte. mestres da pintura.<\/p>\n<p><b><i>Copyright do autor<\/i><\/b><\/p>\n<p>*Carlos Parente atua h\u00e1 mais de 20 anos nas \u00e1reas de comunica\u00e7\u00e3o, marketing e recursos humanos em empresas brasileiras e multinacionais, nas quais liderou projetos de comunica\u00e7\u00e3o corporativa, transforma\u00e7\u00f5es de cultura em situa\u00e7\u00f5es de fus\u00e3o, aquisi\u00e7\u00e3o e reposicionamento estrat\u00e9gico. Administrador de empresas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e com MBA em Marketing pela Faculdade de Economia e Administra\u00e7\u00e3o ? Universidade de S\u00e3o Paulo (FEA-USP), \u00e9 professor no curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e da Aberje (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Comunica\u00e7\u00e3o Empresarial). Al\u00e9m disso, possui diversos artigos publicados em revistas especializadas em comunica\u00e7\u00e3o e \u00e9 co-autor do livro Comunica\u00e7\u00e3o Interna: A for\u00e7a das empresas ? v. 1 (Aberje Editorial).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este m\u00eas, a Editora Peir\u00f3polis traz para a se\u00e7\u00e3o &#8220;Leituras&#8221; um dos textos que comp\u00f5em o livro &#8220;Obrigado, Van Gogh!&#8221;, do especialista em comunica\u00e7\u00e3o empresarial Carlos Parente. Confira aqui como o autor \u00e9 h\u00e1bil em beber na fonte das artes pl\u00e1sticas para refletir sobre a Comunica\u00e7\u00e3o Social no ambiente corporativo.<\/p>\n","protected":false},"author":2445,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-645","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Aquilo que salta aos olhos - Editora Peir\u00f3polis<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/aquilo-que-salta-aos-olhos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Aquilo que salta aos olhos - Editora Peir\u00f3polis\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Este m\u00eas, a Editora Peir\u00f3polis traz para a se\u00e7\u00e3o &quot;Leituras&quot; um dos textos que comp\u00f5em o livro &quot;Obrigado, Van Gogh!&quot;, do especialista em comunica\u00e7\u00e3o empresarial Carlos Parente. 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