{"id":669,"date":"2008-11-06T11:22:58","date_gmt":"2008-11-06T11:22:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/?p=669"},"modified":"2020-02-21T13:25:24","modified_gmt":"2020-02-21T16:25:24","slug":"guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/","title":{"rendered":"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9"},"content":{"rendered":"<p><i>Yaguar\u00ea Yam\u00e3 nasceu no dia 3 de outubro de 1973, na aldeia Y\u00e3betu\u00e9, no munic\u00edpio de Nova Olinda do Norte (AM), regi\u00e3o dos \u00edndios maragu\u00e1s. Sua m\u00e3e era maragu\u00e1 e seu pai era sater\u00e9-maw\u00e9, de modo que ele pertence a esses dois povos. Depois de passar uma inf\u00e2ncia de muito contato com a natureza, nadando em rios e comendo frutas no p\u00e9, Yaguar\u00ea mudou-se para Parintins, onde come\u00e7ou os seus estudos formais e aprendeu a falar portugu\u00eas. Mais tarde, ganhou uma bolsa de estudos e foi cursar a faculdade de Geografia em S\u00e3o Paulo. Sofreu muito com o clima e a solid\u00e3o na capital paulista. Vendo se sozinho, passou a freq\u00fcentar a internet, onde conheceu Renata, uma amiga internauta que acabou por se tornar sua esposa. Juntos, eles foram morar no Estado natal de Yaguar\u00ea, que nessa \u00e9poca j\u00e1 come\u00e7a a escrever seus primeiros livros. Sendo filho de um contador de hist\u00f3rias nato, herdou o dom de contar e tamb\u00e9m de descrever com grande sensibilidade as hist\u00f3rias, as lendas e a cosmovis\u00e3o de sua cultura. Seu livro Sehayp\u00f3ri: o Livro Sagrado do Povo Sater\u00e9-Maw\u00e9 foi um dos cinco t\u00edtulos brasileiros escolhidos em 2008 para integrar o cat\u00e1logo White Ravens, da Internationale Jugendbibliothek ? a maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo (Munique, Alemanha) ?, que revela os livros selecionados da produ\u00e7\u00e3o mundial de literatura infantil e juvenil na Feira de Bolonha.<\/i><\/p>\n<p>\n<b>Ra\u00edzes de um povo<\/b><\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a minha m\u00e3e nasceu em Paran\u00e1 do Lim\u00e3o, o nome dela \u00e9 Marita, e o meu pai \u00e9 sater\u00e9-maw\u00e9 com mistura maragu\u00e1 tamb\u00e9m, e nasceu no Rio Andir\u00e1. Ele andou por l\u00e1, por aquelas bandas, conheceu a minha m\u00e3e, se casaram. A minha m\u00e3e era bastante nova quando se casou com meu pai. Sa\u00edram de l\u00e1 e, em busca de uma nova terra para os maragu\u00e1s, porque at\u00e9 ent\u00e3o os maragu\u00e1s estavam sem terra, meu pai e minha m\u00e3e sa\u00edram de l\u00e1. Junto com outros familiares, fizeram uma caravana em busca de um novo territ\u00f3rio e foram para a regi\u00e3o de Nova Olinda do Norte. L\u00e1 criaram a sua pr\u00f3pria \u00e1rea, um territ\u00f3rio ind\u00edgena maragu\u00e1, que foi reconhecido recentemente, mas ainda est\u00e1 com problema de demarca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E a minha inf\u00e2ncia foi cheia de aventuras. O que mais a gente fazia era ir para a floresta e fazer nossas aventuras mirins.  A gente sa\u00eda, um monte de curuminzinho andando no mato, entrava na floresta e ia fazendo aventuras, imaginando animais fant\u00e1sticos, procurando o Reino da Cobra Grande. Eu comecei a estudar quando tinha uns 11 anos, l\u00e1 em Parintins. Passei a minha inf\u00e2ncia na aldeia at\u00e9 uns 11 anos. Depois que meu irm\u00e3ozinho ca\u00e7ula faleceu, por desgosto, por tristeza, o meu pai teve a id\u00e9ia da gente viajar, de ir para as terras de uns parentes.<\/p>\n<p>E fomos para Parintins, onde eu comecei a estudar. Na aldeia, a nossa escola era a natureza, mas essa quest\u00e3o de aprender a escrever e a ler o Portugu\u00eas foi l\u00e1 em Parintins. Era a segunda vez que ia para Parintins. Lembro que, quando chegamos na primeira vez, era umas 6, 7 horas da noite, eu nunca tinha visto aquela quantidade de luzes! Aquilo era um mundo novo para mim, foi uma coisa que me marcou. Por exemplo: aprender a ler foi uma coisa&#8230; Meu Deus, voc\u00ea n\u00e3o sabe nem a l\u00edngua! Quanto mais aprender a ler, e \u00e9 uma dificuldade, e demorei, demorei, mas aprendi assim mesmo. E tudo \u00e9 diferente mesmo, n\u00e3o tem nada a ver com aquilo que eu conhecia, o ambiente, \u00e9 um outro mundo. E os livros? Quando aprendi a ler, eu comecei a gostar dos livros, toda hora eu estava lendo, querendo saber das coisas, aprendendo. \u00c9 muito gostoso, porque a gente conhece um universo inteiro e eu acho que foi dessa maneira que me ajudou a expandir o meu sonho, o meu pensamento a respeito de tudo.<\/p>\n<p><b>De Parintins para S\u00e3o Paulo: casamentos e livros<\/b><\/p>\n<p>Depois que terminei o col\u00e9gio em Parintins, fui para S\u00e3o Paulo. Foi uma coisa complicada! Imagine a primeira vez que eu andava de avi\u00e3o, e l\u00e1 da janela, e o meu irm\u00e3o disse assim: ?Olhe, tu vai para l\u00e1 e talvez tu nunca mais olhe essa floresta. Trate de olhar essa floresta aqui, porque eu acho que l\u00e1 \u00e9 tudo uma selva de pedra. Ent\u00e3o trate de olhar essa aqui, porque \u00e9 a \u00faltima vez que tu vai olhar!? A\u00ed vem aquele sentimento, aquela dor, do ambiente que a gente mais gosta, sair assim em busca de um sonho. A\u00ed eu entrando no avi\u00e3o e lembrando: ?Poxa , talvez eu nunca mais veja essa cena.?<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, fiz a faculdade de geografia, que \u00e9 outra experi\u00eancia muito invocada. \u00c9 dif\u00edcil achar ind\u00edgena na faculdade. Minha rela\u00e7\u00e3o com os meus colegas era muito boa, eles me ajudavam bastante, todo mundo estava querendo saber o que eu precisava, e era bom, eu tive muito carinho por parte deles, pelos meus professores tamb\u00e9m, apesar de eu n\u00e3o entender muitas coisas que eles falavam. Na faculdade foi muito bom, j\u00e1 tinha iniciado a minha carreira de escritor e o lugar que eu mais gostava de freq\u00fcentar era a biblioteca, principalmente quando falava de coisas de 1800 e tantos, quando falava da Amaz\u00f4nia, daqueles pesquisadores, viajantes europeus que passavam por l\u00e1. A\u00ed me lembrava que eles passaram pr\u00f3ximo de onde eu morava e aquelas coisas todas, me lembrava aquele tempo de crian\u00e7a&#8230;<\/p>\n<p>Mas eu me sentia muito sozinho, andava muitas vezes sozinho por a\u00ed porque n\u00e3o tinha o que fazer. Um dia algu\u00e9m disse assim: ?Olha, eu instalei internet para ti! Tu quer internet? Para conhecer as coisas, tem que ter internet!? Eu n\u00e3o ligava para isso, mas um dia eu acessei a internet e comecei a freq\u00fcentar sala de bate-papo. Achava estranho esse neg\u00f3cio de conversar com as pessoas sem saber quem \u00e9&#8230; Mas eu acessei novamente e l\u00e1 pelo quinto dia eu j\u00e1 estava mesmo gostando do neg\u00f3cio. A\u00ed veio uma pessoa chamada Renata conversar comigo, e a gente teve a id\u00e9ia de trocar o telefone. No outro dia, eu ligo para ela, n\u00e9: ?Ah, tu \u00e9 aquele \u00edndio, \u00e9?? Eu disse: ?\u00c9, eu sou.? ?Ah, t\u00e1!? A\u00ed fomos conversando, e a gente teve coragem de se conhecer pessoalmente, combinamos de nos encontrarmos l\u00e1 no Metr\u00f4 Anhangaba\u00fa. Nossa, como eu estava nervoso para conhec\u00ea-la. Mas a\u00ed eu fui. Passados uns tr\u00eas dias, ela disse que estava disposta a namorar comigo. Acabamos casando! E um dia eu perguntei para ela se ela gostava realmente de floresta, de mato, essas coisas. Ela disse que gostava, ent\u00e3o t\u00e1 bom: ?Voc\u00ea est\u00e1 pronta para ir?? Prontamente ela aceitou e foi embora comigo. Voltei pra minha terra.<\/p>\n<p>Mas a\u00ed eu escrevi meu primeiro livro, e o nome dele \u00e9 O Puratig ? Remo Sagrado, \u00e9 a hist\u00f3ria de uma escolha, uma hist\u00f3ria dos sater\u00e9-maw\u00e9. N\u00f3s acreditamos que existem dois remos sagrados de uma altura de um metro e meio, onde est\u00e3o contidas todas as hist\u00f3rias tradicionais de nosso povo, desde o in\u00edcio do mundo at\u00e9 uma certa \u00e9poca. Mas a nossa literatura, tradicionalmente, \u00e9 oral, e no Puratig est\u00e1 escrito em forma de grafismo. Nem todo mundo pode ver o remo, \u00e9 o Remo Sagrado, ele \u00e9 guardado e bem guardado. S\u00f3 as pessoas mais especiais \u00e9 que podem ver o Remo Sagrado. E as pessoas especiais, no modo de ver da gente, s\u00e3o aqueles que realmente merecem, que t\u00eam um comportamento bom, que t\u00eam a personalidade, o car\u00e1ter, o que j\u00e1 desenvolveu em prol do povo, pessoas realmente que lutam pela causa ind\u00edgena, essas pessoas podem ver.<\/p>\n<p><b>A lenda do guaran\u00e1<\/b><\/p>\n<p>O que eu espero com meus livros \u00e9 que as pessoas gostem mais da nossa cultura, n\u00e3o s\u00f3 a cultura sater\u00e9-maw\u00e9, mas a cultura ind\u00edgena em geral. N\u00f3s ind\u00edgenas temos capacidade de escrever e de fazer a nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria, ou seja, de escrever por n\u00f3s mesmos e abrir caminho para mostrar para o povo da cidade o nosso povo, a import\u00e2ncia da nossa ajuda, de compartilhar o que n\u00f3s temos de melhor nesse universo cultural. Nossa cultura tamb\u00e9m \u00e9 bonita e \u00e9 esse pensamento que eu tenho: mostrar, para que ajude as pessoas a se conscientizarem de que o nosso povo tamb\u00e9m tem valor, a nossa ra\u00e7a tem valor e deve ser respeitada. E queremos nos fazer conhecidos nesse universo liter\u00e1rio.<\/p>\n<p>Vou contar, ent\u00e3o, uma de nossas hist\u00f3rias: a lenda do guaran\u00e1, que \u00e9 um fruto nativo da minha terra e que os sater\u00e9-maw\u00e9 consomem muito, at\u00e9 para rituais. Bom, o guaran\u00e1 \u00e9 uma palavra, em sater\u00e9 chama-se waran\u00e1 e em maragu\u00e1 chama-se guaran\u00e1. Guaran\u00e1 \u00e9 uma palavra maragu\u00e1 que significa ?parecido gente?, pela lembran\u00e7a do olho dele. Dizem os antigos que os animais falavam como gente, como pessoas, e n\u00e3o existia gente ainda, n\u00e3o eram criadas as pessoas, existiam apenas tr\u00eas irm\u00e3os, s\u00f3 que n\u00e3o eram gente, eram semi-humanos, parecido com gente. No in\u00edcio eram dois homens e uma mulher, o nome do primeiro \u00e9 Yakum\u00e3, o outro \u00e9 Ukum\u00e3?wat\u00f3, e a menina, a mo\u00e7a, se chamava Anhy\u00e3-muasaw\u00ea. Era uma mo\u00e7a muito bonita, linda, e todos os animais gostariam de namorar com ela, mas s\u00f3 que n\u00e3o era permitido por que os dois irm\u00e3os eram muito ciumentos e ningu\u00e9m podia chegar perto dela para conversar. Num dia, numa conversa entre os animais, a cobra disse assim: ?Olha, pessoal, eu vou conquistar Anhy\u00e3-muasaw\u00ea e vou casar com ela!? A\u00ed todo mundo achou um absurdo, porque era imposs\u00edvel, os dois irm\u00e3os estavam todo o tempo l\u00e1, eram muito ciumentos e n\u00e3o deixavam ela sair para longe. Mas l\u00e1 um dia a Anhy\u00e3-muasaw\u00ea foi passear pela floresta e, nesse momento, a cobrinha que sabia onde ela ia andar ficou l\u00e1 bem pertinho esperando ela passar, e antes de ela passar, a cobrinha ficou bem no meio do caminho, se p\u00f4s bem no meio do caminho. Quando a Anhy\u00e3-muasaw\u00ea passou por cima dela, a\u00ed ela rapidamente tocou no calcanhar de Anhy\u00e3-muasaw\u00ea e a partir desse momento ela ficou gr\u00e1vida. Naquele tempo n\u00e3o precisava, s\u00f3 esse gesto fazia a gravidez. A\u00ed ela ficou gr\u00e1vida e apareceu gr\u00e1vida na casa dela, e os irm\u00e3os dela, que n\u00e3o gostaram nem um pouco, quiseram saber quem era o pai e descobriram que o pai era a cobra. Ficaram muito zangados, foram para a casa da cobra, despeda\u00e7aram a cobra, voltaram l\u00e1 para a mo\u00e7a e mandaram ela tirar o beb\u00ea, ela n\u00e3o quis tirar de jeito nenhum, ent\u00e3o eles mandaram ela ir embora e ela foi embora, expulsaram ela do para\u00edso, n\u00f3s chamamos de Nusok\u00e9n. E ela teve o nen\u00ea. Era um menino e ela deu o nome de Kahu?\u00ea, e esse menino cresceu ouvindo as hist\u00f3rias da m\u00e3e dele. Soube que l\u00e1 no para\u00edso tinha a mais bela \u00e1rvore e a mais gostosa fruta, e ele queria comer: se chamava castanheira, que dava castanha. A m\u00e3e proibiu por causa dos irm\u00e3os bravos que ela tinha. Ele ainda entrou uma vez, mas foi denunciado pelos vigias. Da segunda vez, quando o menino bem alegremente ia descendo, os guardas, mais que depressa, passaram a cordinha no pesco\u00e7o do menino e o menino morreu. No grito que ele deu, a m\u00e3e dele ouviu l\u00e1 longe e saiu correndo atr\u00e1s, correu, correu e, quando chegou, viu o menino morto no ch\u00e3o com o pesco\u00e7o cortado e ela n\u00e3o pode mais fazer nada. Ela olhou e muito triste ela disse assim: ?Meu filho, os tios de voc\u00ea acharam que iam parar com a tua exist\u00eancia assim que te matassem, mas eles est\u00e3o muito enganados, porque a partir da tua morte \u00e9 que vai acontecer o grande bem para toda a humanidade!?, a\u00ed ela foi, lavou o corpo da crian\u00e7a todinho com ervas medicinais ? ela era uma paj\u00e9 ? lavou bem lavado e disse o seguinte: ?De agora em diante, meu filho, tu vai ser o Tuxaua dos sater\u00e9-maw\u00e9, ou seja, tu vai ser o melhor de todos, de tudo que existe na natureza?. E falando isso, dizendo essas profecias, ela pegou o olho esquerdo do menino e foi plantar. S\u00f3 que no lugar onde ela plantou era uma regi\u00e3o de terra barrenta, e ela esperou nascer. Nasceu uma \u00e1rvore, um arbusto. Ela esperou aquela planta crescer e, quando a planta cresceu, ela deu fruto, mas quando ela foi provar o fruto, ele era ruim. A\u00ed ela deu o nome de Guaran\u00e1-H\u00f4p, que significa guaran\u00e1 falso, o falso guaran\u00e1. Ela voltou para l\u00e1 e dessa vez tirou o olho direito do menino, plantou em terra preta e esperou crescer. Quando cresceu, deu um fruto bonito, com os olhos do menino. Ela provou do fruto e disse: ?Esse \u00e9 o guaran\u00e1 verdadeiro, Waran\u00e1 S\u00e9se. Esse guaran\u00e1 vai dar e ser tudo de melhor que existe em toda floresta.? Foi assim dada a origem do guaran\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Yaguar\u00ea Yam\u00e3: Conhece? Ele tem muita hist\u00f3ria para contar e gosta de faz\u00ea-lo. Por isso tornou-se escritor, autor de t\u00edtulos que integram a <a href=\"http:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/catalogo.php?cat=6&#038;t=Literatura+Ind%EDgena\">linha editorial ind\u00edgena<\/a> da Peir\u00f3polis. Yaguar\u00ea \u00e9 uma das vozes presentes em <a href=\"http:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/detalhe.php?cod=185\">Mem\u00f3rias de brasileiros &#8211; Uma hist\u00f3ria em todo canto<\/a>, lan\u00e7amento do Museu da Pessoa em parceria com a editora. A ele coube abrir o livro ? o que corresponde a dar a partida na viagem que come\u00e7a na regi\u00e3o Norte e termina na regi\u00e3o Sul, passando por todo o Brasil, mas sempre com o foco em sua paisagem humana. Disponibilizamos aqui esse relato, um dos cinco grandes depoimentos presentes no livro que re\u00fane 109 fragmentos de hist\u00f3rias de vidas brasileiras.<\/p>\n","protected":false},"author":2445,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-669","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9 - Editora Peir\u00f3polis<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9 - Editora Peir\u00f3polis\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Yaguar\u00ea Yam\u00e3: Conhece? Ele tem muita hist\u00f3ria para contar e gosta de faz\u00ea-lo. Por isso tornou-se escritor, autor de t\u00edtulos que integram a linha editorial ind\u00edgena da Peir\u00f3polis. Yaguar\u00ea \u00e9 uma das vozes presentes em Mem\u00f3rias de brasileiros - Uma hist\u00f3ria em todo canto, lan\u00e7amento do Museu da Pessoa em parceria com a editora. A ele coube abrir o livro ? o que corresponde a dar a partida na viagem que come\u00e7a na regi\u00e3o Norte e termina na regi\u00e3o Sul, passando por todo o Brasil, mas sempre com o foco em sua paisagem humana. Disponibilizamos aqui esse relato, um dos cinco grandes depoimentos presentes no livro que re\u00fane 109 fragmentos de hist\u00f3rias de vidas brasileiras.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Editora Peir\u00f3polis\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/peiropolis\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2008-11-06T11:22:58+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2020-02-21T16:25:24+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Editora Peir\u00f3polis\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Editora Peir\u00f3polis\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Editora Peir\u00f3polis\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7aba5e19cf6bc87b2caab2a6c0ae25d6\"},\"headline\":\"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9\",\"datePublished\":\"2008-11-06T11:22:58+00:00\",\"dateModified\":\"2020-02-21T16:25:24+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\\\/\"},\"wordCount\":2263,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Blog\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\\\/\",\"name\":\"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9 - Editora Peir\u00f3polis\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2008-11-06T11:22:58+00:00\",\"dateModified\":\"2020-02-21T16:25:24+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/\",\"name\":\"Editora Peir\u00f3polis\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#organization\",\"name\":\"Editora Peir\u00f3polis\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2018\\\/03\\\/logo_site_2018_laranja-1.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2018\\\/03\\\/logo_site_2018_laranja-1.png\",\"width\":366,\"height\":160,\"caption\":\"Editora Peir\u00f3polis\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/peiropolis\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/peiropolis\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/channel\\\/UCpX4Q1B82myCpHVV9jdqInQ\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7aba5e19cf6bc87b2caab2a6c0ae25d6\",\"name\":\"Editora Peir\u00f3polis\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Editora Peir\u00f3polis\"},\"sameAs\":[\"http:\\\/\\\/editorapei.dominiotemporario.com\\\/\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/www.editorapeiropolis.com.br\\\/antigo\\\/author\\\/editorapeiropolis\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9 - Editora Peir\u00f3polis","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9 - Editora Peir\u00f3polis","og_description":"Yaguar\u00ea Yam\u00e3: Conhece? Ele tem muita hist\u00f3ria para contar e gosta de faz\u00ea-lo. Por isso tornou-se escritor, autor de t\u00edtulos que integram a linha editorial ind\u00edgena da Peir\u00f3polis. Yaguar\u00ea \u00e9 uma das vozes presentes em Mem\u00f3rias de brasileiros - Uma hist\u00f3ria em todo canto, lan\u00e7amento do Museu da Pessoa em parceria com a editora. A ele coube abrir o livro ? o que corresponde a dar a partida na viagem que come\u00e7a na regi\u00e3o Norte e termina na regi\u00e3o Sul, passando por todo o Brasil, mas sempre com o foco em sua paisagem humana. Disponibilizamos aqui esse relato, um dos cinco grandes depoimentos presentes no livro que re\u00fane 109 fragmentos de hist\u00f3rias de vidas brasileiras.","og_url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/","og_site_name":"Editora Peir\u00f3polis","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/peiropolis\/","article_published_time":"2008-11-06T11:22:58+00:00","article_modified_time":"2020-02-21T16:25:24+00:00","author":"Editora Peir\u00f3polis","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Editora Peir\u00f3polis","Est. tempo de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/"},"author":{"name":"Editora Peir\u00f3polis","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/7aba5e19cf6bc87b2caab2a6c0ae25d6"},"headline":"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9","datePublished":"2008-11-06T11:22:58+00:00","dateModified":"2020-02-21T16:25:24+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/"},"wordCount":2263,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#organization"},"articleSection":["Blog"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/","url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/","name":"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9 - Editora Peir\u00f3polis","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#website"},"datePublished":"2008-11-06T11:22:58+00:00","dateModified":"2020-02-21T16:25:24+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/guardiao-da-memoria-dos-satere-mawe\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria dos Sater\u00e9-Maw\u00e9"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#website","url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/","name":"Editora Peir\u00f3polis","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#organization","name":"Editora Peir\u00f3polis","url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/logo_site_2018_laranja-1.png","contentUrl":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/logo_site_2018_laranja-1.png","width":366,"height":160,"caption":"Editora Peir\u00f3polis"},"image":{"@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/peiropolis\/","https:\/\/www.instagram.com\/peiropolis\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCpX4Q1B82myCpHVV9jdqInQ"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/#\/schema\/person\/7aba5e19cf6bc87b2caab2a6c0ae25d6","name":"Editora Peir\u00f3polis","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/8d82f3eb6309dec5a6a164daaf334256312b9fb379f0ec59a91858f9ae657ae9?s=96&d=mm&r=g","caption":"Editora Peir\u00f3polis"},"sameAs":["http:\/\/editorapei.dominiotemporario.com\/"],"url":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/author\/editorapeiropolis\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/669","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2445"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=669"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/669\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19417,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/669\/revisions\/19417"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=669"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=669"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=669"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}