{"id":7993,"date":"2013-04-29T20:24:21","date_gmt":"2013-04-29T20:24:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/?p=7993"},"modified":"2013-04-29T20:24:21","modified_gmt":"2013-04-29T20:24:21","slug":"um-desafio-para-os-adultos-e-suas-criancas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.editorapeiropolis.com.br\/antigo\/um-desafio-para-os-adultos-e-suas-criancas\/","title":{"rendered":"Um desafio para os adultos e suas crian\u00e7as"},"content":{"rendered":"<p>CONVIVER, BRINCAR, APRENDER, ENSINAR<\/p>\n<p>(Um desafio para os adultos e suas crian\u00e7as)<\/p>\n<p>Francisco Marques (Chico dos Bonecos)<\/p>\n<p>Para come\u00e7o de conversa, e para a conversa come\u00e7ar, vamos lan\u00e7ar uma pergunta espezinhenta: \u201cO que \u00e9 educar?\u201d<\/p>\n<p><i>\u00a0 \u00a0\u00a0<\/i><i>Antes, uma advert\u00eancia divertida! Quando usamos a palavra \u201ceducadores\u201d, estamos nos referindo aos adultos que convivem com as crian\u00e7as: m\u00e3es, pais, tios, av\u00f3s, professoras, professores, bibliotec\u00e1rias, bibliotec\u00e1rios, vizinhas, vizinhos&#8230; Do ponto de vista da crian\u00e7a, todos os adultos s\u00e3o educadores, ou seja, s\u00e3o refer\u00eancias de condutas, posturas, valores, habilidades&#8230; Muitas vezes, n\u00f3s, adultos, n\u00e3o temos consci\u00eancia dessa nossa a\u00e7\u00e3o educativa compuls\u00f3ria \u2013 e realizamos s\u00f3lidas a\u00e7\u00f5es deseducativas involunt\u00e1rias. Portanto, precisamos semear inten\u00e7\u00f5es educativas no nosso cotidiano com as crian\u00e7as. Por exemplo: estar ao lado, simplesmente dispon\u00edvel, ao alcance das m\u00e3os e do cora\u00e7\u00e3o; puxar da mem\u00f3ria um fato qualquer e fazer disso uma hist\u00f3ria; puxar da prateleira um objeto qualquer e fazer disso um brinquedo&#8230;<\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0<\/i>O OLHAR DESCONCERTANTE<\/p>\n<p>Antigamente \u2013 e nem t\u00e3o \u201cantigamente\u201d assim &#8211; , a pergunta que mobilizava o educador era&#8230; \u201cComo ensinar?\u201d Ent\u00e3o, n\u00f3s, educadores, do alto da nossa sabedoria e onipot\u00eancia, fic\u00e1vamos inventando formas de melhor ensinar.<\/p>\n<p>Atualmente, a pergunta que mobiliza o educador \u00e9&#8230; \u201cComo a crian\u00e7a aprende?\u201d Ent\u00e3o, n\u00f3s, educadores, em primeir\u00edssimo lugar, queremos compreender o olhar da crian\u00e7a sobre a vida: sobre o outro e os outros, sobre si mesma, a natureza, a sociedade&#8230;<\/p>\n<p>Quando nos perguntamos \u201ccomo a crian\u00e7a aprende?\u201d, trope\u00e7amos na linguagem da crian\u00e7a: o Brincar. Para n\u00f3s, adultos, Brincar \u00e9 sin\u00f4nimo de \u201clazer\u201d, \u201cpassatempo\u201d, \u201ccoisa de fim de semana\u201d, \u201cfalta do que fazer\u201d. Para a crian\u00e7a, entretanto, Brincar \u00e9 uma quest\u00e3o de&#8230; Sobreviv\u00eancia. Isso mesmo: sobreviv\u00eancia. Porque Brincar \u00e9 o instrumento que a crian\u00e7a utiliza para interpretar a vida e interferir no mundo. Para a crian\u00e7a, Brincar \u00e9 a sua maneira de Pensar. Para a crian\u00e7a, Brincadeira e Pensamento formam uma unidade indissol\u00favel, inquebrant\u00e1vel.<\/p>\n<p>A partir da pergunta \u201ccomo a crian\u00e7a aprende?\u201d, a pergunta \u201ccomo ensinar?\u201d ganha outro rumo, outra pedagogia&#8230;<\/p>\n<p>Quando a crian\u00e7a brinca, no fundo, no fundo, o que ela est\u00e1 realizando? A crian\u00e7a brinca com uma pedrinha, um graveto, com as pr\u00f3prias m\u00e3os, as palavras, as can\u00e7\u00f5es, a escada de marac\u00e1, o jabol\u00f4&#8230; Brincando, a crian\u00e7a est\u00e1, o tempo inteiro, e inteira no tempo, investigando, experimentando, explorando. Estes tr\u00eas temperos \u2013 explorar, experimentar, investigar &#8211; formam a base da Constru\u00e7\u00e3o do Conhecimento.<\/p>\n<p>O Brincar, portanto, est\u00e1 no eixo da nossa proposta pedag\u00f3gica, na raiz filos\u00f3fica da nossa educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Partindo destas reflex\u00f5es, podemos evitar as simplifica\u00e7\u00f5es que apontam o Brincar na educa\u00e7\u00e3o como sin\u00f4nimo de \u201cintervalo\u201d, \u201cornamento\u201d, \u201crelaxamento\u201d, \u201cdescontra\u00e7\u00e3o\u201d. Por causa deste reducionismo, n\u00f3s, educadores, ficamos ansiosos atr\u00e1s de novos brinquedos e novas brincadeiras \u2013 como se as t\u00e9cnicas e os materiais fossem os elementos mais importantes do Brincar.<\/p>\n<p>Para a crian\u00e7a, qualquer situa\u00e7\u00e3o, ambiente ou objeto, se transformam em objeto, ambiente e situa\u00e7\u00e3o de brincadeira. Para a crian\u00e7a, Brincar \u00e9 uma postura diante da vida, \u00e9 um olhar para o cotidiano, um olhar desconcertante. Para n\u00f3s, educadores, o importante \u00e9 captar este olhar, esta postura. Incorporando este olhar desconcertante, a aventura de aprender novas brincadeiras e construir novos brinquedos ganha um sentido profundo.<\/p>\n<p>Por falar em novidades&#8230; O repert\u00f3rio dos brinquedos milenares e planet\u00e1rios \u00e9 uma fonte sempre contempor\u00e2nea de aventuras mirabolantes e abracadabrantes. Quem j\u00e1 teceu um cord\u00e3o no rabo-de-gato? Quem j\u00e1 ouvi a l\u00edngua do ferr\u00ea? Quem j\u00e1 soprou a pena? Quem j\u00e1 lan\u00e7ou as argolas?<\/p>\n<p>Aqui, ent\u00e3o, surge a famosa pergunta: \u201cPor que n\u00e3o encontramos estes brinquedos por a\u00ed?\u201d E surgem as famosas respostas: \u201ca gente esquece\u201d, \u201cfalta de tempo\u201d, \u201cfalta de espa\u00e7o\u201d, \u201co consumo\u201d, \u201co atrativo da alta tecnologia\u201d, \u201ca correria da vida\u201d&#8230;<\/p>\n<p>Estas respostas s\u00e3o meias verdades. Por falar nisso, vamos lembrar o poeta espanhol Antonio Machado:<\/p>\n<p>\u201cDisseste meia verdade?<\/p>\n<p>Dir\u00e3o que mentes duas vezes<\/p>\n<p>quando disseres a outra metade.\u201d<\/p>\n<p>Na verdade verdadeira, estes brinquedos n\u00e3o est\u00e3o mais \u201cpor a\u00ed\u201d, porque n\u00f3s, adultos \u2013 pais, tios, av\u00f3s, professores -, n\u00e3o vemos valor nesta cultura. Muitos dos brinquedos que mobilizaram a inf\u00e2ncia dos nossos av\u00f3s, eles n\u00e3o ensinaram para os nossos pais. Muitos dos brinquedos que mobilizaram a inf\u00e2ncia dos nossos pais, eles n\u00e3o ensinaram para n\u00f3s. Muitos dos brinquedos que mobilizaram a nossa inf\u00e2ncia, n\u00f3s n\u00e3o ensinamos para os nossos filhos. N\u00e3o ensinaram e n\u00e3o ensinamos, porque n\u00e3o vemos valor nesta cultura. \u00c9 como se pens\u00e1ssemos assim: \u201cNa nossa \u00e9poca, n\u00e3o t\u00ednhamos recursos, e o jeito era brincar com essas bobagens. As crian\u00e7as de hoje v\u00e3o at\u00e9 zombar daquelas brincadeiras de antigamente. S\u00e3o brincadeira t\u00e3o atrasadas que devem at\u00e9 fazer mal para as crian\u00e7as de hoje.\u201d<\/p>\n<p>As crian\u00e7as de hoje n\u00e3o est\u00e3o brincando com estes brinquedos, porque, simplesmente, n\u00e3o conhecem. Na perspectiva da crian\u00e7a, n\u00e3o h\u00e1 contradi\u00e7\u00e3o entre as modernas tecnologias e os brinquedos milenares \u2013 as crian\u00e7as ter\u00e3o prazer em dividir o seu tempo entre os videogames e os corrupios. Precisamos, portanto, re-significar esta cultura l\u00fadica.<\/p>\n<p>E por falar em corrupio&#8230; Voc\u00ea se lembra daquele bot\u00e3o que gira num fio de linha, gira pra l\u00e1 e pra c\u00e1, sem parar? Diante desta maravilha, costumamos trope\u00e7ar neste pensamento: \u201cPara uma crian\u00e7a de 5 anos, at\u00e9 que d\u00e1 para distrair um pouquinho.\u201d E aqui trope\u00e7amos em outra\u00a0 meia verdade. Costumamos associar estes brinquedos \u00e0s crian\u00e7as pequenas \u2013 e apenas \u00e0s crian\u00e7as pequenas. Experimente mostrar o corrupio para uma crian\u00e7a de 10 ou 15 anos. Voc\u00ea vai se admirar com a admira\u00e7\u00e3o destas crian\u00e7as.<\/p>\n<p>A reflex\u00e3o sobre o Brincar, portanto, ultrapassa o espa\u00e7o da escola: atinge o nosso conv\u00edvio familiar, mergulha nas nossas mem\u00f3rias afetivas, se espalha nas nossas rela\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>Para alinhavar este artigo, vem a\u00ed a&#8230;<\/p>\n<p><i>PAR\u00c1BOLA DA SEDE<\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0 \u00a0\u00a0<\/i><i>Sete educadores se perderam em uma regi\u00e3o seca, de terreno arenoso, de vegeta\u00e7\u00f5es rasteiras e retorcidas.<\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Perdidos, caminharam. Caminharam perdidamente. <\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Finalmente, felizmente, os sete educadores encontraram um fio d\u2019\u00e1gua, um c\u00f3rrego, um riacho.<\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Entretanto, habituados \u00e0 torneira, os sete educadores se contentaram em avaliar o enorme desperd\u00edcio de \u00e1gua. <\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E os sete educadores morreram de sede para sempre.<\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0<\/i>N\u00f3s, educadores \u2013 pais tio, av\u00f3s, professores -, precisamos beber desta \u00e1gua que corre, \u00e1gua-inf\u00e2ncia, que est\u00e1 ao alcance do nosso cora\u00e7\u00e3o, das nossas m\u00e3os e da nossa intelig\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto do arte-educador Francisco Marques (Chico dos Bonecos) &#8220;Conviver, Brincar, Aprender, Ensinar&#8221;, falando da import\u00e2ncia do Brincar na educa\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as.<\/p>\n","protected":false},"author":2445,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[3,8],"tags":[],"class_list":["post-7993","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog","category-sala-do-professor"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - 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