Prefácio

Fausto em quadrinhos – leia as orelhas

Há registros de que um tal de Johann Georg Faust, ou Georg Faust, que viveu entre cerca de 1480 e  1541, tenha perambulado pela Alemanha apresentando-se como filósofo, curandeiro milagroso, alquimista, mago, astrólogo e vidente. Unindo a capacidade de curar e de prever o futuro, ganhou dinheiro e fama, mas também foi considerado um charlatão

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Fausto – apresentação

por Christine Röhrig Certo dia, Deus estava conversando com seus arcanjos no céu e estes elogiavam a obra divina, a Terra e seus habitantes, mas Mefistófeles, o anjo das trevas, era de outra opinião. Dizia que a Terra e os homens não valiam nada e garantia que, se Deus deixasse o destino de Fausto em

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Dinossauros e outros monstros: uma viagem à pré-história do Brasil

O primeiro livro sobre a pré-história do Brasil

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Cultura de paz: as contribuições budistas

A construção de uma cultura de paz a partir da perspectiva budista: este é o tema do livro Mandala do Lótus, último lançamento da Editora Peirópolis neste mês de outubro. De autoria do lama gaúcho Padma Samten, Mandala do Lótus é o terceiro título do autor publicado pela Peirópolis, agora em co-edição com o Instituto Caminho do Meio, fundado por Samten.

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Cariri e o chão da infância

Íntegra do texto de Gandhy Piorsky para o prefácio de Terra de Cabinha, de Gabriela Romeu As crianças são sensíveis à atmosfera simbólica da comunidade. Tal ambiência pressentida é um envoltório, um halo, uma camada espessa e aglomerada de substâncias das histórias ouvidas, da recolha do amplo código das impressões adultas, das sapiências dos mais velhos,

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Cantochão das antífonas pequenas (por Marcos Ferreira-Santos)

Cantochão das antífonas pequenas (por Marcos Ferreira-Santos), prefácio O cantochão é um estilo conhecido no mundo ocidental em função de sua importância sagrada nas liturgias católicas e ortodoxas, sobretudo, no mundo medieval. Polifonia de vozes que repetem, em latim, quase que em transe, uma métrica e uma melodia que percorrem as paredes do templo e

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Camões para leitores do século XXI

Inauguramos a seção Leituras deste site com a introdução ao livro Versos de amor e morte, de Camões, a ser lançado em breve pela Peirópolis. No texto que agora adiantamos para os navegantes, a professora e doutora em Letras Nelly Novaes Coelho mostra ao “jovem mutante” dos tempos atuais o sentido de se ler os clássicos, e especialmente Camões, hoje.

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Brinquedos do chão: orelhas do livro

Brinquedos do chão: orelhas do livro
Brinquedos do chão: orelhas do livro

Este livro inaugura uma série que explora a imaginação do brincar e sua intimidade com os quatro elementos primordiais: terra, fogo, água e ar, e revela a voz livre e fluente da criança em sua trajetória de moldar a si própria. Espelha o universo simbólico do brinquedo que nasce das mãos da criança, que, em

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Brinquedos do chão – Apresentação

Por Ana Lucia Villela, pedagoga, presidente do Instituto Alana Acabei de voltar de um enorme Congresso de Inovação, Tecnologia e Criatividade, realizado no Vale do Silício, Califórnia. Um novo mundo se revelou diante de meus olhos. Foi lindo ver como a tecnologia nos dá a esperança de viver mais, melhor e em um mundo mais

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As linguagens dos quadrinhos: que sendo tantas, todo plural é pouco…

Prefácio à edição brasileira, por Waldomiro Vergueiro e Paulo Ramos Obras sobre diferentes aspectos das histórias em quadrinhos – sua linguagem, inclusive – são resenhadas por Daniele Barbieri neste livro, em mais de um momento. Algumas delas, conforme afirma o pesquisador italiano, foram  relevantes para seus objetivos, porém chegaram até ele tardiamente. O intervalo entre

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A paz exige novos conceitos

Conheça o texto de apresentação que o escritor indígena Kaká Werá Jecupé produziu para o livro Cultura de Paz, de Cristina Von, lançado em novembro pela Peirópolis.

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A Instrumentalina, de Lídia Jorge: de bicicleta se vai longe

Chamada de “transporte de delícia”, a Instrumentalina impulsiona todas as transformações da família, uma vez que é objeto condutor de sonho e símbolo de liberdade e prazer. Nos duros anos de ditadura vividos pela sociedade portuguesa na primeira metade do século XX – pano de fundo que emoldura a narrativa –, essa família experimentou algo único e inusitado. (prefácio de Solange Cardoso)

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