Conteúdo complementar (páginas internas)

Presença de Henriqueta: Carmelo Virgillo

A dialética do imprescindível num poema de Henriqueta Lisboa Carmelo Virgillo Ao examinar um certo número de obras representativas da crítica sobre a poesia de Henriqueta Lisboa, Lívia Paulini acha que não existe um verdadeiro consenso de opiniões com respeito à temática.1 Blanca Lobo Filho, por exemplo, coloca o amor em primeiro lugar, enquanto Lauro

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Presença de Henriqueta: Donaldo Schüller

O poder silencioso Donaldo Schüller Primeiro foram as palavras concretas, as que tinham carne, sangue e sexo. Nasciam, casavam e geravam. O Caos gerou a Noite e gerou Érebo, a escuridão mais negra que a Noite. Da Noite nasceu a Claridade do dia e nasceu o Éter, claridade mais clara que a Claridade do dia.

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Presença de Henriqueta: Maria Luiza Ramos

A elaboração do negativo na poesia de Henriqueta Lisboa Maria Luiza Ramos   O poeta tem diante de si a folha em branco, a caneta ou o lápis, a máquina de escrever. O poeta está só. Entretanto, a sua palavra repercute e instaura o outro – interlocutor que o ouve em silêncio, numa identificação narcísica

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Presença de Henriqueta: Fábio Lucas

Lembrança de Henriqueta Lisboa Fábio Lucas   Muito comedida nas suas exteriorizações, o que mais importa em Henriqueta Lisboa é a sua intimidade. Na verdade, toda a sua obra documenta precisamente a sua intimidade, em que o confessional ora se disfarça, ora se explicita. Além da atividade criadora propriamente dita, que se inicia com Enternecimento

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Presença de Henriqueta: Ângela Vaz Leão

Henriqueta Lisboa, leitora e tradutora de Dante Ângela Vaz Leão   Minha participação na Semana Henriqueta Lisboa se deve antes de tudo, estou certa, à gentileza da comissão organizadora, encabeçada por três colegas e amigas: Melânia Silva Aguiar, diretora da Faculdade de Letras da UFMG; Abigail de Oliveira Carvalho, curadora do espólio literário e cultural

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Presença de Henriqueta: Ana Elisa Gregori

Saudades de Henriqueta Ana Elisa Lisboa Gregori   Em verdade, nasceu a menina na pia batismal. Recebeu o nome de Henriqueta. Desceu o Divino Espírito Santo com Sua graça santificante e por apropriação estabeleceu morada naquela criança, amando-a. A fé nos diz que essa graça é ganha por Jesus Cristo, para nós, para o ser

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Presença de Henriqueta: Maria Zilda Ferreira Cury

A biblioteca como metáfora Maria Zilda Ferreira Cury   Sei de uma região agreste cujos bibliotecários repudiam o costume supersticioso e vão de procurar sentido nos livros e o equiparam ao de procurá-lo nos sonhos ou nas linhas caóticas da mão…                                            Jorge Luis Borges     Aproveitando a oportunidade da doação do acervo de

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Presença de Henriqueta: Antônio Sérgio Bueno

A necessidade do supérfluo Antônio Sérgio Bueno   O conceito de poesia que Henriqueta Lisboa esboça em Vivência poética aplica-se integralmente a seu próprio texto. Diz ela: “Não ouso definir especificamente a poesia, embora tenha aventado que ela seria a coação do eterno dentro do efêmero. Sinto-a como a aura que se irradia do ser”1.

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Presença de Henriqueta: Yeda Prates Bernis

Depoimento Yeda Prates Bernis Foi-me oferecida pelos organizadores da Semana Henriqueta Lisboa a oportunidade de, mais uma vez, homenagear a mestra e amiga. É honra que agradeço, comovida. Tarefa difícil esta, de fazer conter em alguns minutos e poucos parágrafos sua personalidade fascinante e minha emoção ao evocar-lhe a figura querida! Falar de Henriqueta Lisboa

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Henriqueta Lisboa: de poeta para poeta

Henriqueta Lisboa cativou poetas e escritores e com eles cultivou amizades e afeições, em torno da poesia, e da vida. Esta galeria expõe a bem-querença, o respeito, o reconhecimento de notáveis personalidades da literatura brasileira à poeta das montanhas.  

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Henriqueta Lisboa: fac-símiles das primeiras edições

Fogo-fátuo foi o primeiro livro de Henriqueta Lisboa, publicado em 1925. Esse volume não foi incluído em sua obra completa e raramente é mencionado pela crítica, como sempre o fez também a própria poeta, que jamais o incluiu em sua bibliografia, tendo até mesmo fixado em 1929, data de publicação de Enternecimento, seu segundo livro,

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Henriqueta Lisboa: bibliografia

OBRAS DE E SOBRE HENRIQUETA LISBOA   POESIA Fogo-fátuo. Rio de Janeiro: [s. n], 1925. Enternecimento. Rio de Janeiro: Pongetti, 1929. Velário. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1936. Prisioneira da noite. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1941. O menino poeta Rio de Janeiro: Bedeschi, 1943. Edição especial ampliada. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1975. Reedição. Porto Alegre:

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