Feira virtual da UNESP 2021

Tendo em vista a impossibilidade de realização presencial da III Feira do Livro da Unesp, em função da pandemia, a Comissão Organizadora anuncia que o evento neste ano será no formato virtual, ampliando assim seu alcance ao público nacional. Também com esse objetivo, está expandindo sua duração de 5 para 7 dias, de segunda a domingo, 5 a 11 de abril. Assim como em 2019, o evento contará também com programação cultural on-line.

Saiba mais
https://feiradolivrodaunesp.com.br/

 

 

A Peirópolis, além de participar da feira com descontos em todo catálogo, também preparou lives com autores para a semana da feira.
As lives serão transmitidas pelo YouTube, no canal da editora: https://www.youtube.com/c/tvpeiropolis

 

Clique nas imagens para acessar as lives

 

05/04/21

 

Piero Bagnariol nasceu na Itália e veio para o Brasil com vinte anos, em 1992. Quadrinista e grafiteiro, é um dos fundadores da revista Grafitti 76% quadrinhos, que edita desde 1995, e autor do álbum Um dia uma morte, com roteiro de Fabiano Barroso, e Guia ilustrado de graffiti e quadrinhos, com outros colaboradores. Em parceria com seu pai, o médico Giuseppe Bagnariol, grande conhecedor d’A Divina Comédia, abraçou o desafio de transpor a obra de Dante Alighieri para os quadrinhos, publicada em 2011 pela coleção Clássicos em HQ. Posteriormente, com Tereza Virgínia Barbosa, lançou-se na tradução por imagens diretamente do grego de obras clássicas, como a Odisseia, de Homero, que saiu mesma coleção. Recentemente, publicou Anos velados, biofantasia em quadrinhos sobre a primeira fase da vida de Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891), e prepara para breve a quadrinização tragédia Orestes, de Eurípedes (408 a.C).

Conheça as obras:

Odisseia em quadrinhosA divina comédia em quadrinhosBlavatsky – Anos velados

 

Luiz Eduardo Anelli é professor de paleontologia do Instituto de Geociências da USP, onde vem se dedicando há 25 anos ao estudo de animais marinhos pré-históricos encontrados na América do Sul, Antártica, África e nos Estados Unidos. Na universidade coordena a Oficina de Réplicas, que já produziu dezenas de milhares de réplicas de fósseis de animais e plantas pré-históricas utilizadas como material didático em escolas e universidades de todo o Brasil. Organizou diversas exposições, como Dinos na Oca, no parque do Ibirapuera (São Paulo), e A evolução dos dinossauros, no Sabina Escola Parque do Conhecimento (Santo André), onde montou o único esqueleto de Tyrannosaurus rex em exposição permanente na América do Sul. Há dez anos ocupa boa parte do seu tempo dando aulas e escrevendo livros sobre os dinossauros e a pré-historia brasileira.

Conheça as obras:

ABCDEspaçoABCDinosDinos do BrasilNovos dinos do BrasilDinossauros e outros monstros

 

 

 


06/04/21

 

Gabriela Romeu é jornalista, documentarista e escritora, especializada em produção cultural para infância, com vinte anos de atuação em projetos que abordam temáticas infantis e desenvolvidos em diferentes plataformas, como livros, documentários, sites e exposições. Há 20 anos escreve para o jornal Folha de S.Paulo, em que editou o caderno Folhinha, coordenou o projeto Mapa do Brincar (Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo), escreveu diversas reportagens sobre as realidades infantis brasileiras e há 15 anos atua na crítica de teatro infantil para o Guia da Folha. Integra juris de prêmios como a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), além de diversas comissões de avaliação ligadas à produção cultural para a infância. Atua como roteirista e diretora de documentários sobre e para crianças, alguns deles premiados em festivais do Brasil e do exterior, como Disque quilombolae Meninos e reis. Foi cocuradora da exposição Trilhas do brincar, que circulou por três unidades do Sesc-SP, e das instalações Inventário dos cabinhas e Na rua dos meninos, também em parceria com unidades do Sesc. É autora e coautora de livros que criam pontes entre diferentes realidades infantis.

Conheça as obras:

Terra de cabinhaÁlbum de famíliaLá no meu quintal

 

 

Kaká Werá Jecupé é índio de origem tapuia, escritor, ambientalista, conferencista; fundador do Instituto Arapoty, organização voltada para a difusão dos valores sagrados e éticos da cultura indígena. É empreendedor social da rede Ashoka de Empreendedores Sociais e conselheiro da Bovespa Social&Ambiental.

Desde 1998, leciona na Fundação Peirópolis e na UNIPAZ (Universidade da Paz). Tem como missão ajudar na construção e no desenvolvimento de uma cultura de paz pela promoção do respeito, diversidade cultural e ecológica. Já viajou e palestrou em diversos países, entre eles: Inglaterra, Estados Unidos, Israel, Índia, Escócia, México e França, sempre procurando levar mensagens da sabedoria dos povos ancestrais do Brasil. Pela Editora Peirópolis já publicou Tupã Tenondé, A terra dos mil povos e As fabulosas fábulas de Iauaretê.

Conheça as obras:

As fabulosas fábulas de IauaretêA terra dos mil povosTupã Tenondé

 

 


07/04/21

 

Tatiana Filinto nasceu em São Paulo em 1973.

Já contou, leu e inventou muitas histórias para crianças e adultos em livrarias, eventos literários, quintais de amigos, grupos de formação de educadores e salas de educação infantil.

Hoje mais escuta do que conta, psicanalista que é, mas um pouco por isso mesmo, outro pouco por acreditar que as histórias estão por aí o tempo todo, continua escrevendo textos retirados do que percebe do mundo.

Publicou com a Peirópolis os livros: Vestido de menina, A menor ilha do mundo e Não falta nada.

Conheça as obras:

A menor ilha do mundoVestido de meninaNão falta nada

 

 

Hugo Barros é brasiliense, escritor e publicitário premiado em festivais no Brasil e no exterior.

Sua incursão na literatura infantil começou em 2012, quando nasceu a filha Olívia.

Em 2018, inventou o livro sem papel, ou Livro de Rua, uma história ilustrada e grafitada nos muros da cidade – projeto para democratizar a literatura com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) do Distrito Federal.

O menino invisível foi estampado em um muro de 70 m de comprimento e três de altura na quadra 413 Sul, em Brasília (DF), e lançado em versão impressa pela Peirópolis em 2020.

Conheça a obra:

O menino invisível

 

 


08/04/21

 

Nurit Bensusan é uma ex-humana. Diante dos descalabros da humanidade, desistiu da nossa espécie, mas não da biologia, nem das questões socioambientais. Enquanto isso, divide seu tempo trabalhando com políticas públicas ligadas à conservação da biodiversidade e das paisagens, e pesquisando temas como a história das paisagens naturais e culturais e o uso do patrimônio genético e dos conhecimentos de povos indígenas a comunidades locais. Como autora, dedica-se a escrever e organizar livros que contribuam para a popularização da ciência, inserindo-a num contexto mais amplo e em relação direta com o leitor. Ainda encontra tempo para se dedicar à criação de jogos com temas biológicos na oficina Biolúdica. Seus textos são publicados também em seu blog Planeta Bárbaro e no site do Instituto Socioambiental. Nurit Bensusan tem graduação em Biologia pela Universidade de Brasília (1986), pós-graduação em História, Sociologia e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém (1988), graduação em Engenharia Florestal pela Universidade de Brasília (1993), mestrado em Ecologia pela Universidade de Brasília (1997), doutorado em Educação (2012) e pós-doutorado em Antropologia (2019) pela mesma universidade.

Conheça as obras:

LabirintosMeio ambiente – e eu com isso?Quanto dura um rinoceronte?

 

 

Daniel Gisé, paulistano de 1978, é formado em Artes Plásticas pela Unesp (2005). Trabalha como quadrinista, ilustrador e designer. Também dá aulas e oficinas de histórias em quadrinhos e desenho. De 1999 a 2008, colaborou com a revista de histórias em quadrinhos independente Sociedade Radioativa. Em 2003 criou o site The Doors Comics, no qual publicou histórias em quadrinhos de humor sobre a banda de rock The Doors. Em 2007, publicou as HQs do site em formato de revista de bolso, que recebeu indicação ao 20º Troféu HQMix. Em 2011, publicou a história em quadrinhos Desvio no livro 1001-1 (Editora Barba Negra/Leya), que reuniu histórias em quadrinhos de seis autores brasileiros.

Conheça a obra:

Os sofrimentos do jovem Werther

 

 

 


09/04/21

 

José Jorge Letria é jornalista, poeta, dramaturgo, ficcionista e autor de uma vasta obra para crianças e jovens. Estudou Direito, História e História de Arte na Universidade de Lisboa, sendo pós-graduado em Jornalismo Internacional e Mestre em “Estudos da Paz e da Guerra nas Novas Relações Internacionais” pela Universidade Autónoma de Lisboa. Já atuou como editor e redator em inúmeros jornais portugueses e como professor de jornalismo. Tem livros traduzidos em várias línguas e está representado em numerosas antologias em Portugal e no estrangeiro. Foi distinguido com importantes prêmios literários nacionais e internacionais.

José Santos é mineiro de Santana do Deserto (MG). Andou por Cataguases e Juiz de Fora, em Minas, e vive em São Paulo desde 1991. É autor de vários livros de poesia para crianças e jovens e publica regularmente pela Editora Peirópolis desde 2007. Como diretor do Museu da Pessoa, organizou Memórias de brasileiros – uma história em todo canto e recontou depoimentos de infância concedidos ao museu no livro Crianças do Brasil – suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos, ambos também lançados pela Peirópolis.

Conheça as obras:

Brincar com as palavrasOs animais fantásticosRimas de lá e de cáVersos para os pais lerem em noites de luarO livro extravaganteAvô, conta outra vezCrianças do BrasilOs meninos da congada na festa de São Benedito de IlhabelaRimas da florestaViagem às terras de PortugalMaluquices musicais

 

 

Roberta Brangioni é educadora e pesquisadora, formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais, com atuação em projetos ligados à educação popular, à agroecologia, aos valores e direitos humanos. Em suas pesquisas de mestrado e doutorado vem atuando junto a povos e comunidades tradicionais de Minas Gerais. Nos últimos anos, trabalhou com jovens, em um assentamento do MST, às margens do rio Doce, uma das comunidades atingidas pelo rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, ocorrido em 2015. Motivada pelo trabalho no assentamento, ao sentir de perto os impactos da contaminação do rio, escreveu seu primeiro livro, inspirado em pessoas, animais e cenários reais da região do Vale do Rio Doce, como uma mensagem em defesa das águas e da vida.

Gilcimária Félix faz parte do Assentamento Primeiro de Junho, e é Mestranda em Geografia pelo Programa de Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe da UNESP.

Shirley Djukurnã Krenak é ativista na proteção dos rios sagrados, escritora e coordenadora do Instituto Shirley Djukurnã Krenak no estado de MG.

Conheça a obra:

Um canto para o rio

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