10 livros para ler nas férias

Conheça as sugestões de livros da Peirópolis para ler nas férias:

 

Sinfonia da Amazônia

Do que é feita a imensa floresta amazônica? Quando você pensa nela, o que imagina? E já pensou quais sons ouvimos ali? Lalau e Laurabeatriz pensaram em tudo isso junto, ao compor uma harmoniosa sinfonia. A cada página, encontramos um pedacinho da floresta, uma nota em cada animal, em cada planta, em cada gota de rio ou de chuva, em que cada ser que vive ali, real ou fantasiado. Todos no mesmo tom, em diálogo sonoro, mexendo com nossos sentidos e nos levando para dentro da selva, para os fundos de rios, para as copas de árvores e muito mais além, para os rios voadores. Quer ouvir, ver e e deixar-se levar por essa sinfonia?

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O mundo no black power de Tayó

Tayó é uma menina negra que tem orgulho do cabelo crespo com penteado black power, enfeitando-o das mais diversas formas. A autora apresenta uma personagem cheia de autoestima, capaz de enfrentar as agressões dos colegas de classe, que dizem que seu cabelo é “ruim”. Mas como pode ser ruim um cabelo “fofo, lindo e cheiroso”? “Vocês estão com dor de cotovelo porque não podem carregar o mundo nos cabelos”, responde a garota para os colegas. Com essa narrativa, a autora transforma o enorme cabelo crespo de Tayó numa metáfora para a riqueza cultural de um povo e para a riqueza da imaginação de uma menina sadia.

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ABCDinos

Este abecedário poético, concebido por um paleontólogo entusiasmado, uma escritora estreante e uma ilustradora convicta, traz 26 poemas e uma pílula informativa sobre dinossauros que habitaram diversas partes do planeta. No final do livro há um mapa que indica os locais onde seus fósseis foram encontrados. Essa valiosa herança, deixada há milhões de anos, conta-nos hoje como eram os dinossauros, onde e como viviam, o que comiam e muito mais.

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Bichos poéticos

Um gato que é gato, caseiro e do mato. Um lobo que foge dos livros para inventar suas próprias histórias. Um porco que fica oco por comer as consoantes do próprio nome. Um sapo brincalhão com seu papo furado cheio de ar. Numa só caixa, quatro pequenos grandes livros, coloridos e bem-humorados bichos poéticos, para leitores de todas as idades.

As histórias em versos, escritas por Roberto Guimarães – que são lúdicas e sensoriais sem abrir mão da narrativa – ganham novas camadas de significado com as marcantes ilustrações de Ana Starling.

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Este livro está te chamando (não ouve?)

Não é nenhuma novidade que os livros têm vozes lá dentro. Algumas falam, outras cantam, outras gritam… e outras sussurram. Neste livro, há uma voz que chama o leitor com insistência, uma voz que ora se aproxima, ora se afasta, e que parece empenhada em confundir e fazê-lo chegar a lugar nenhum. De quem será esta voz? E onde ela te levará? Para descobrir, você terá de atravessar uma floresta, um rio e uma tempestade e seguir as pistas deixadas pelo caminho. No final, talvez chegue à conclusão de que grandes amigos não se fazem às pressas, a confiança não se conquista num piscar de olhos e um amigo exige tempo e paciência. Preparado para viver esta aventura?

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Ah… Nisso eu não tinha pensado!

Esse conto acumulativo evoca a proteção ao próximo e a fraternidade por meio do nascimento de uma família adotiva.

O que poderia reunir um velho homenzinho, um grilo sem teto, uma boneca de pano, uma menina órfã, um gigante medroso e uma casa abandonada?

A solidariedade! É a solidariedade de todos que vai permitir que o sonho de cada um se torne realidade.

Ludovic Souliman já esteve no Brasil diversas vezes como palestrante do Boca do Céu – Encontro internacional de contadores de histórias, coordenado pela Profa. Regina Machado, que também assina a tradução do texto. Neste link você pode assistir ao depoimento dado pelo autor no projeto Histórias de Contador, parceria do Itaú Cultural com o Boca do Céu.

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Lá no meu quintal

O brincar é uma espécie de língua-mãe da infância. E foi por meio dessa linguagem que Gabriela Romeu, Marlene Peret e Samuel Macedo conheceram o Brasil, conectando-se com as crianças das beiradas de rios, dos grandes centros urbanos, de comunidades quilombolas e povos indígenas – regiões algumas vezes próximas, outras bem distantes. Os registros dessa longa viagem que se iniciou em 2011, em textos, vídeos e fotos, estão reunidos neste livro, permeado dos saberes, narrativas e vivências compartilhadas com crianças em seus quintais. Os encontros com Valdecir e seu carretão, com Milena sob a sombra da mangueira, Welleton, Joel, Laísa e Arawari são feitos retratos daquele exato instante, daquele peculiar saber infantil, que é de cada um, mas é tão comum a todos –– afinal, as brincadeiras mudam de nome, mas, em suas diferentes versões, compõem a linguagem universal do brincar.

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As serpentes que roubaram a noite e outros mitos

Ilustrado pelas crianças da aldeia Katõ, este livro traz mitos contados pelos velhos da aldeia – histórias que nos remetem a um tempo muito distante de nossos dias e que são contadas e recontadas às crianças indígenas como forma de despertar nelas o amor pela própria história e pelas lutas de seu povo.

Tocam o fundo do coração e são uma excelente oportunidade de integração com o universo infantojuvenil indígena e seus valores.

Livro de Daniel Munduruku.

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Contos da floresta

Neste livro o escritor Yaguarê Yamã recria mitos e lendas do povo indígena Maraguá, conhecido na região do Baixo-Amazonas como “o povo das histórias de assombração”. As três primeiras histórias são mitos sobre animais fantásticos que protegem as florestas e as três seguintes são lendas que enredam a rotina da tribo em acontecimentos mágicos, todas elas narradas em pequenos textos cheios de ritmo e suspense. As histórias estão imersas na natureza, com personagens em intensa relação com a floresta, sempre considerada em seu inesgotável mistério. Ao final, um glossário com termos da Língua Regional Amazônica e do idioma Maraguá contribui para o registro da cultura de um povo que hoje vive em apenas quatro pequenas aldeias e conta 250 pessoas. O leitor encontrará também um posfácio sobre a cultura dos povos de que descende Yaguarê e uma entrevista com o autor.

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Quidungo

Mares revoltos, águas escuras, grandes profundidades, espinhos de ouriço, tubarões. Nada disso intimidava o exímio mergulhador João Quidungo, conhecido e respeitado em todo o litoral. Trabalhando para resgatar objetos e cargas perdidos nas águas, Quidungo seguia a sua vida com pleno domínio das coisas do mar, quando uma coruja suindara prenunciou mudanças no horizonte.
A partir do dia em que a coruja cantou, em terra firme seus amigos viveram a surpresa da chegada da televisão, enquanto no mar um canto misterioso começou a ameaçar os pescadores. Com o sumiço de Manolo, irmão mais novo de Quidungo, o mergulhador entra em águas misteriosas para buscá-lo no reino de Janaína, a rainha das águas, contando para isso com a ajuda de seu amigo, o grande peixe Itajara.
Ao explorar, nesta narrativa fantástica, a relação amistosa de um homem com os mistérios do mundo submarino, Quidungo captura o leitor, soltando-o apenas na última linha.

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